Quem deve declarar Imposto de Renda em 2017?

Em se tratando de Imposto de Renda, todo início de ano é igual. Milhões de brasileiros se preocupam com o tema e ficam com dúvidas sobre quem deve declarar Imposto de Renda e, consequentemente, entregar a Declaração de Ajuste Anual.

A intenção deste artigo é justamente esclarecer quem deve entregar esta declaração anual do Imposto de Renda em 2017 e fornecer orientações gerais deste processo.




Contribuintes obrigados a entregar a Declaração de Ajuste Anual


Primeiro, é importante checar se você realmente está obrigado a apresentar a Declaração de Ajuste Anual em 2017.

Ressalta-se que a declaração entregue em 2017 tem como ano-base 2016, ou seja, é uma prestação de contas da sua vida financeira entre o período de janeiro a dezembro de 2016.

Para confirmar a obrigatoriedade da entrega desta declaração, o contribuinte precisa verificar se está enquadrado em alguma das sete condições impostas pela Receita Federal através da Instrução Normativa RFB nº 1.690 de 20 de fevereiro de 2017:

1 – Recebeu rendimentos tributáveis (exemplo: salários ou aluguéis) cuja soma anual foi superior a R$ 28.559,70.

2 – Recebeu rendimentos isentos, não tributáveis ou tributados exclusivamente na fonte (exemplo: seguro-desemprego, indenizações trabalhistas, rendimentos de poupanças, LCI, CDB e Tesouro Direto) cuja soma foi superior a R$ 40.000,00.

3 – Obteve, em qualquer mês, ganho de capital na alienação de bens ou direitos, sujeito à incidência do imposto, ou realizou operações em bolsas de valores, de mercadorias, de futuros e assemelhadas.

4 – Optou pela isenção do imposto sobre a renda incidente sobre o ganho de capital auferido na venda de imóveis residenciais, cujo produto da venda seja destinado à aplicação na aquisição de imóveis residenciais localizados no País, no prazo de 180 (cento e oitenta) dias contados da celebração do contrato de venda, nos termos do art. 39 da Lei nº 11.196, de 21 de novembro de 2005.

5 – Relativamente à atividade rural: obteve receita bruta anual em valor superior a R$ 142.798,50 ou pretende compensar prejuízos de anos anteriores.

6 – Teve, em 31 de dezembro de 2016, a posse ou a propriedade de bens ou direitos (imóveis, investimentos, veículos, terrenos e inclusive terra nua) de valor total superior a R$ 300.000,00.

7 – Passou à condição de residente no Brasil em qualquer mês e nesta condição se encontrava em 31 de dezembro de 2016.

É importante ressaltar que não há limite de idade para a obrigatoriedade ou dispensa de apresentação da Declaração.

Contribuintes dispensados de entregar a Declaração de Ajuste Anual


O contribuinte está dispensado de entregar a Declaração se:

a) não se enquadrar em nenhuma das sete hipóteses de obrigatoriedade apresentadas no item anterior.

b) constar como dependente em declaração apresentada por outra pessoa física, na qual tenham sido informados seus rendimentos, bens e direitos (caso os possua).

c) tiver a posse ou a propriedade de bens e direitos (inclusive terra nua) quando os bens comuns forem declarados pelo cônjuge, desde que o valor total dos seus bens privativos não exceda R$ 300.000 em 31 de dezembro de 2016.

Qualquer pessoa física pode apresentar a Declaração de Ajuste Anual, mesmo se não estiver enquadrada nas sete condições de obrigatoriedade impostas pela Receita Federal, desde que não conste em outra declaração como dependente.

Os contribuintes que não são obrigadas a entregar a Declaração, mas tiveram imposto sobre a renda retido em 2016 e possuem direito à restituição, precisam apresentar a Declaração para recebê-la.

Sou isento da Declaração de Ajuste Anual do IR, mas tenho investimentos. O que fazer?





Conforme pode ser observado pela análise da condição de número “3”, qualquer investidor que opere com ações na Bolsa de Valores está obrigado a fazer a declaração.

Ou seja, independente dos valores envolvidos em suas operações na Bolsa de valores, você estará obrigado a efetuar a Declaração de Ajuste Anual.

Entretanto, o mesmo não se aplica aos investidores exclusivos da Renda Fixa (LCI, LCA, CDB, LC e Tesouro Direto).

Recentemente, recebemos a seguinte dúvida de uma de nossas leitoras:

“Sou isenta da Declaração Anual do Imposto de Renda por receber renda mensal abaixo do mínimo estipulado. Caso eu invista em Tesouro Direto, LCI ou CDB serei obrigada a fazer a declaração só pelo simples motivo de ter estes investimentos?”

Esta foi uma ótima pergunta e apesar de parecer simples, a resposta depende da análise de vários fatores.

O simples fato de começar a investir na Renda Fixa não é motivo para uma pessoa passar a ter a obrigatoriedade de fazer a declaração anual do Imposto de Renda.

Apesar de investimentos como o Tesouro Direto e CDB possuírem a incidência do imposto de renda, o desconto deste tributo é feito na fonte, ou seja, no momento do resgate da sua aplicação.

Desta forma, você paga o imposto de renda para investir nestes produtos, mas não fica obrigado a fazer a declaração anual caso seja isento nas 7 regras definidas pela Receita.

Sendo assim, no caso específico de nossa leitora recomendamos que ela verifique atentamente se não se enquadra em nenhuma das 7 condições de obrigatoriedade.

No universo dos investidores, podemos imaginar duas situações hipotéticas nas quais essa leitora poderia ser obrigada a efetuar a declaração anual apesar de ter recebido rendimentos abaixo do mínimo definido.

a) Posse de uma casa de R$ 250.000, um carro no valor de R$ 30.000 e aplicações no Tesouro Direto de R$ 25.000.

Neste caso, o total dos seus bens seria de R$ 305.000 e ela estaria enquadrada na condição 5 por ter a propriedade de bens e direitos acima de R$ 300.000.

b) Investimentos na Bolsa de Valores, além das aplicações em Renda Fixa (enquadramento na condição 3).

Sendo assim, fica comprovado que cada contribuinte deve fazer uma verificação cuidadosa das sete condições definidas pela Receita Federal antes de concluir se está isento da entrega da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda.

Condições para declaração de dependentes no Imposto de Renda de 2017


Muitos contribuintes possuem dúvidas de quem pode ser enquadrado como dependente em sua Declaração de Ajuste Anual.

Para facilitar esta questão a Receita Federal definiu as seguintes condições:

  • Cônjuge ou companheiro: companheiro com quem o contribuinte tenha filho ou viva há mais de 5 anos, ou cônjuge.
  • Filhos ou enteados: de até 21 anos de idade, ou, em qualquer idade, quando incapacitado física ou mentalmente para o trabalho.
  • Filhos ou enteados: de até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau.
  • Irmãos, netos ou bisnetos: sem arrimo dos pais, de quem o contribuinte detenha a guarda judicial, de até 21 anos, ou em qualquer idade, quando incapacitado física e/ou mentalmente para o trabalho.
  • Irmãos, netos ou bisnetos: sem arrimo dos pais, de até 24 anos, se ainda estiver cursando estabelecimento de ensino superior ou escola técnica de segundo grau, desde que o contribuinte tenha detido sua guarda judicial até os 21 anos.
  • Pais, avós ou bisavós: que, em 2016, tenham recebido rendimentos, tributáveis ou não, de até R$ 22.847,76 (na Declaração de Ajuste Anual).
  • Pais, avós ou bisavós: que, em 2016, receberam rendimentos, tributáveis ou não, não superiores à soma do limite de isenção mensal de R$ 1.903,98, correspondente aos meses abrangidos pela declaração (na Declaração de Saída Definitiva).
  • Menor pobre: de até 21 anos, que o contribuinte crie e eduque, desde que detenha sua guarda judicial.
  • Tutelados e curatelados: pessoa absolutamente incapaz da qual o contribuinte seja tutor ou curador.

O valor da dedução anual por dependente é de R$ 2.275,08.

Nos casos de nascimento ou falecimento em 2016, as pessoas podem ser declaradas como dependentes na Declaração a ser entregue em 2017, desde que respeitem as condições mencionadas acima.

Os bens, direitos e rendimentos dos dependentes precisam ser especificados na declaração em que constem como dependentes.

Para dependentes com 12 anos ou mais, completados até 31 de dezembro de 2016, é obrigatória a informação do número de inscrição no CPF.

Havendo dependentes comuns, mas declarações em separado, é importante observar que cada dependente pode constar em apenas uma declaração.

Exemplo: Alberto e Rosa são casados, fazem a declaração do imposto de renda de forma separada e possuem um filho que pode ser declarado como dependente. Sendo assim, se o filho for declarado como dependente de Alberto não poderá constar na declaração de Rosa.

Declaração em conjunto


Podem fazer a declaração em conjunto contribuintes que são oficialmente casados ou companheiros que vivam juntos há mais de cinco anos (união estável) ou tenham filho (independente do tempo de união).

Adicionalmente, todos os demais dependentes podem ser incluídos na declaração do contribuinte.

A entrega da Declaração em conjunto supre a obrigatoriedade da apresentação da Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda a que porventura o outro cônjuge, companheiro ou dependente estiver sujeito.

Como fazer a declaração?


Tanto o preenchimento quanto a entrega da declaração podem ser realizados pelo próprio contribuinte.

Existem três formas de elaboração da Declaração de Ajuste Anual e todas necessitam de conexão com a internet, a saber:

  1. Por meio do computador, mediante a utilização do Programa Gerador da Declaração (PGD).
  1. Por meio do computador, mediante acesso ao serviço “Declaração IRPF 2017 on-line”, disponível no Portal e-CAC (acessado apenas com certificado digital).
  1. Por meio de dispositivos móveis, tablets e smartphones, mediante a utilização do serviço “Fazer Declaração” do aplicativo “IRPF” disponível para os sistemas operacionais Android e iOS.

Obs.: Desde 2013, a Receita Federal não aceita mais a possibilidade de apresentar a declaração em formulário em meio físico (papel).

Prazo de entrega da declaração


De 02/mar/17 a 28/abr/17.

Apesar de ser possível entregar a declaração até o último minuto do dia 28 de abril, a recomendação é para os contribuintes não deixarem para os últimos dias, pois existe a possibilidade de congestionamento e lentidão no sistema da Receita Federal.

prazo ir 2017

Multas por atraso na entrega ou pela não apresentação


Existe a previsão de multa em duas situações:

  • O contribuinte é obrigado a entregar a declaração, mas não realizou este entrega.
  • O contribuinte entregou a declaração fora do prazo estipulado.

O cálculo da multa é realizado da seguinte forma:

  • Existindo imposto devido: multa de 1% ao mês, incidente sobre o valor do imposto devido. Será respeitado o valor mínimo de R$ 165,74 e máximo de 20% do valor do imposto devido.
  • Inexistindo imposto devido: multa simples no valor de R$ 165,74.

Retificação


Se, após o envio da Declaração, o contribuinte encontrar erros ou constatar que as informações apresentadas estavam incompletas, é possível fazer a Retificação.

Esta Retificação pode ser feita mesmo após o prazo final para a entrega da Declaração, ou seja, após 28 de abril de 2017.

A Declaração Retificadora tem a mesma natureza da Declaração originalmente apresentada, substituindo-a integralmente e, portanto, deve conter todas as informações anteriormente declaradas com as alterações e exclusões necessárias, bem como as informações adicionadas, se for o caso.

Para fins de priorização no pagamento das restituições, será considerada como data de apresentação da declaração a data do envio da retificadora, e não a data de apresentação da declaração original.

O contribuinte com declaração retida na “Malha Fina”, que tenha agendado atendimento, não poderá retificar a declaração do exercício após a entrega dos documentos à Receita Federal.

Existem duas formas de fazer a retificação:

  • Até 28 de abril de 2017: a declaração retificadora deve ser feita no mesmo programa utilizado para enviar a declaração original.
  • Após 28 de abril de 2017: a declaração retificadora deve ser enviada através da “Retificação online” , acessado via Portal e-CAC, ou apresentada em mídia removível nas unidades da Secretaria da Receita Federal.

Para aprender o passo-a-passo para utilizar a “Retificação online” acesse este link.

Calendário de restituições


A Receita Federal libera anualmente sete lotes regulares de restituição do Imposto de Renda.

quem deve declarar imposto de renda restituição

O início do pagamento das restituições se dará em junho e o último lote foi programado para dezembro.

calendario restituição ir 2017

A consulta à restituição é feita no próprio site da Receita Federal e o contribuinte só precisa informar CPF e data de nascimento.

Os valores das restituições são corrigidos pela taxa básica de juros da economia brasileira: Taxa Selic.

Para receber a restituição o contribuinte deverá informar no momento da entrega da declaração uma conta-corrente ou conta-poupança de sua titularidade.

O contribuinte poderá utilizar contas conjuntas, mas não poderá utilizar contas em nome de terceiros.

Para fazer a alteração da conta indicada na entrega da declaração, o contribuinte deverá apresentar declaração retificadora antes da sua inclusão em um dos lotes de restituição.

Dúvidas e demais informações


A Receita Federal preparou um excelente material para esclarecer as principais dúvidas relacionadas à Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda.

O material pode ser acessado diretamente através deste link.


Relembramos que todos investimentos, independente da incidência de Imposto de Renda, devem ser informados à Receita Federal na Declaração de Ajuste Anual.

Caso tenha gostado deste artigo, que tal ganhar o nosso e-book completo sobre o Imposto de Renda? Assim você terá a garantia de ter todas as informações necessárias para a declaração de seus investimentos (LCI, LCA,  CDB, Tesouro Direto, Debêntures e Ações).

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Lembrando que erros na declaração do IR podem fazer com que você caia na “malha-fina” da Receita Federal e seja obrigado a pagar multas por isso… Portanto, não perca tempo e conheça o nosso guia completo para evitar problemas com a Receita!


Aprendemos neste guia como verificar se você deve declarar o Imposto de Renda em 2017 e as principais informações acerca deste processo.

Para dúvidas e explicações sobre como fazer as declarações de seus investimentos, sugerimos o acesso à nossa série completa sobre o tema:

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Como declarar Debêntures no Imposto de Renda

Se você é um investidor de Renda Fixa, poderá estar se perguntando como declarar debêntures no Imposto de Renda, certo?

As debêntures são títulos de crédito que podem ser emitidos por diversas empresas com o objetivo de financiar suas atividades, fazer investimentos, obter capital de giro, quitar dívidas, etc.

As debêntures podem ser de dois tipos:

  • Incentivadas: são também conhecidas por “debêntures de infraestrutura” justamente por serem emitidas por empresas que irão realizar projetos nesta área (portos, aeroportos, rodovias, etc.). Para o investidor a principal diferença é o fato deste tipo de debênture possuir isenção de imposto de renda.

Ambos os tipos de debêntures precisam constar na Declaração de Ajuste Anual do Imposto de Renda.

O fato das debêntures incentivadas serem isentas do pagamento de imposto de renda não tira a obrigatoriedade do investidor precisar informar esta aplicação à Receita Federal.

Considerando esta necessidade de declaração, preparamos este guia contendo as informações necessárias para você aprender como declarar suas debêntures de forma correta.




Como reunir as informações dos meus investimentos?


Antes de iniciar a declaração dos seus investimentos é imprescindível que tenha em mãos as informações sobre suas aplicações.

Todas as instituições financeiras (bancos e corretoras), administradoras de fundos e empresas de capital aberto deverão enviar a seus investidores ou disponibilizar via internet um demonstrativo com todos os valores a serem declarados.

Na maioria dos casos, este demonstrativo é enviado pelo banco / corretora / empresa com o nome de “Informe de Rendimentos”.

Caso não tenha recebido este material, entre em contato com a sua instituição financeira.

Como declarar os valores investidos em Debêntures?


A declaração destes investimentos é realizada seguindo o seguinte procedimento.

1. Acesse a aba “Bens e Direitos” no menu lateral esquerdo.

como declarar debêntures bens e direitos2. Selecione a opção “Novo” ou “Editar” (caso você tenha exportado os dados da declaração do ano anterior e o investimento já conste na lista) no canto inferior direito.

como declarar debêntures bens e direitos novo3. Preencha as informações da sua debênture.

O código deste investimento é o mesmo utilizado para as demais aplicações em Renda Fixa:

  • 45 – Aplicação de Renda Fixa (CDB, RDB e outros)

O campo “discriminação” é de livre edição e o contribuinte pode inserir aquelas informações que julgar serem mais importantes.

Nossa dica é informar, no mínimo, o nome da empresa emissora da debênture.

Obs.: O investidor pode inserir também outras informações como CNPJ da empresa, taxa de rendimento do investimento e data de vencimento.

Os valores em 31/12/15 e 31/12/16 deverão ser idênticos aos contidos no documento “Informe de Rendimentos” enviado pela sua instituição financeira.

como declarar debêntures bens e direitos completo

Se você possui debêntures de duas ou mais empresas, por exemplo, deverá fazer este procedimento de forma separada para cada debênture.

Como declarar os rendimentos recebidos de Debêntures?





O investidor só precisará declarar os rendimentos destas aplicações se tiver feito algum resgate durante o ano.

Por exemplo, para a Declaração de Ajuste Anual a ser realizada em março e abril de 2017, o ano-base é 2016. Portanto, se o investidor tiver alguma debênture com prazo de vencimento encerrado durante o ano de 2016, precisará declarar os respectivos rendimentos (lucro) na declaração a ser entregue no início de 2017.

Adicionalmente, algumas debêntures pagam juros semestrais ou anuais. Ou seja, de seis em seis meses ou de ano em ano o investidor recebe uma pequena quantia que foi acordada no momento da compra da debênture.

Nestes casos, estes juros semestrais ou anuais também devem ser declarados como rendimento.

Vamos recorrer a dois exemplos hipotéticos para facilitar este entendimento:

Caso 1: Ricardo investiu em uma “debênture comum” da Cemig em jan/15 com prazo de resgate em fev/21 sem previsão de pagamento de juros semestrais ou anuais. O saldo desta debênture era de R$ 2.000 em dez/15 e R$ 2.300 em dez/16.

Neste caso, não será preciso informar nada nos rendimentos, pois apesar do saldo da debênture ter sofrido um acréscimo, o investidor ainda não resgatou o dinheiro e nem recebeu juros no período.

Sendo assim, as informações desta debênture estarão apresentadas somente na aba “Bens e Direitos”, conforme explicado no item anterior.

Caso 2: Haroldo investiu em uma “debênture incentivada” da Ecovias em jun/15 com prazo de resgate em abr/24 e previsão de pagamento de juros anuais.

Em jun/16, Haroldo recebeu R$ 100 referentes ao pagamento de juros anuais.

Nesta condição, como houve o pagamento de juros, este rendimento (lucro) de R$ 100 deverá ser declarado.

É interessante prestar atenção para o tipo de debênture que você possui para fazer a declaração de forma correta.

O procedimento para declarar os rendimentos de uma “debênture incentivada” não é igual do procedimento de declaração de uma “debênture comum” em função das diferenças de tributação do Imposto de Renda.

Enquanto a declaração dos rendimentos das “debêntures incentivadas” deve ser realizada na aba “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis” em função deste tipo de debênture ser isento do pagamento de imposto de renda, os rendimentos das “debêntures comuns” devem ser declarados na aba “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva / Definitiva”.

Desta forma, vamos mostrar agora o passo-a-passo completo para estes dois casos:

Debêntures Incentivadas

Procedimento de declaração similar ao realizado para LCI e LCA.

1. Acesse a aba “Rendimentos Isentos e Não Tributáveis”.

como declarar debêntures rendimentos isentos

2. Selecione a linha “24. Outros”.

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3. Informe o CNPJ e nome da fonte pagadora, a descrição (juros semestrais / anuais ou resgate da debênture) e o valor dos rendimentos.

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Debêntures Comuns

Procedimento de declaração similar ao realizado para CDB e Tesouro Direto.

1. Acesse a aba “Rendimentos Sujeitos à Tributação Exclusiva / Definitiva”

como declarar debêntures rendimentos tributaveis2. Selecione a linha “6. Rendimentos de aplicações financeiras”.

como declarar debêntures rendimentos tributaveis novo

3. Informe o CNPJ e nome da fonte pagadora e o valor dos rendimentos.

como declarar debêntures rendimentos tributaveis completo

Pronto! Basta seguir estes passos para concluir com êxito a declaração das suas debêntures.


Aprendemos neste artigo como é fácil e rápido fazer a declaração dos seus investimentos em Debêntures.

Reforçamos que todos os seus investimentos, independente da incidência de Imposto de Renda, devem ser informados à Receita Federal na Declaração de Ajuste Anual.

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Caruana Financeira: RDB de até 124% do CDI

Após analisarmos as principais opções em Renda Fixa dos grandes bancos do mercado brasileiro, voltaremos agora nossa atenção para oportunidades de investimentos mais rentáveis. Dentro deste cenário, encontramos a possibilidade de obter rentabilidades de até 124% do CDI no RDB da Caruana Financeira.

Desta forma, preparamos este guia completo para que você tenha as informações necessárias para decidir se o RDB da Caruana é uma boa opção de investimento.




Quem é a Caruana Financeira?


Antes de entender o que é um investimento em RDB, é interessante saber que a Caruana é uma instituição financeira fundada em 2008 e especializada no mercado de transporte coletivo de passageiros, com destaque para o setor de ônibus.

rdb caruana financeira

Assim como todos os bancos que atuam no mercado brasileiro, a Caruana Financeira também está submetida à regulação e fiscalização do Banco Central.

O que é RDB?


A sigla “RDB” significa Recibo de Depósito Bancário e, na prática, representa um título de Renda Fixa que pode ser emitido tanto por um banco quanto por uma financeira.

Assim como nos demais investimentos de Renda Fixa, a rentabilidade pode ser pré ou pós-fixada.

Da mesma forma que a LCA é considerada como a irmã gêmea da LCI, podemos fazer esta associação entre RDB e CDB, uma vez que ambos possuem características de funcionamento muito semelhantes.

Entretanto, existem duas diferenças que merecem ser destacadas:

  • Enquanto um CDB pode ser negociado antes da data de vencimento, o RDB é inegociável e intransferível, ou seja, a liquidez é apenas no vencimento.
  • O RDB pode ser emitido tanto por bancos quanto financeiras, mas o CDB não pode ser emitido por financeiras. Ou seja, a Caruana, por ser uma financeira, não pode fazer a emissão de CDB.

De forma resumida, ao investir no RDB da Caruana você estará emprestando dinheiro para esta financeira e receberá futuramente este dinheiro acrescido da taxa de juros acordada no momento da sua aplicação.

Valores para aplicação


O valor mínimo inicial para aplicação no RDB da Caruana é de R$ 20.000 (vinte mil reais).

Após ter feito este investimento inicial, o investidor poderá fazer aplicações adicionais desde que respeito o mínimo de R$ 3.000 (três mil reais).

Sendo assim, após ter feito o seu primeiro investimento de R$ 20.000 (vinte mil reais), poderá fazer novos aportes de R$ 3.000 (três mil reais).

O interessante é que este novo aporte não precisa ser necessariamente em RDB com o mesmo prazo de vencimento, fornecendo maior flexibilidade para o investidor.

Rentabilidade e prazos


A rentabilidade do RDB da Caruna é pós-fixada (atrelada ao CDI) e varia conforme o tempo da aplicação.

Quanto maior for o período da aplicação, maior será a rentabilidade do seu RDB. Desta forma, o investidor é “premiado” com taxas mais elevadas sempre que escolher prazos mais longos.

rentabilidade rdb caruana financeira r01

Obs.: Em março de 2017 a Caruana atualizou suas taxas e parou de disponibilizar o RDB para prazos de 5 e 7 anos. Para informações atualizadas, sugerimos o envio de e-mail para “captacao@caruanafinanceira.com.br”.

Resgate


Conforme informado anteriormente, os investimentos em RDB não possuem a possibilidade de resgate antecipado.

Desta forma, se você escolheu aplicar o seu dinheiro em um RDB com prazo de vencimento de 4 anos, precisará aguardar exatamente 4 anos para receber o seu dinheiro acrescido da rentabilidade obtida no período.

Tributação


Assim como as aplicações em CDB, os investimentos em RDB possuem a incidência de dois impostos:

  • IOF (Imposto sobre Operações Financeiras): aplicável somente nos casos onde o resgate ocorre em prazo inferior a 30 dias.

rdb imposto iof tributação

  • IR (Imposto de Renda): aplicável em todos os casos, ou seja, não existe período mínimo de carência e todos os investidores em RDB sofrem esta taxação. A alíquota é regressiva com o tempo de acordo com a tabela abaixo:

rdb imposto de renda ir tributação

O IOF e o IR são recolhidos na fonte, ou seja, o dinheiro que você recebe após o resgate já vem com todas as deduções.

É importante frisar que as alíquotas destes impostos incidem somente sobre o lucro.

Comparação com outros investimentos


Para avaliarmos se o RDB da Caruana pode ser considerado um bom investimento, faremos uma comparação com outras aplicações similares disponíveis no mercado.

Sendo assim, simularemos dois cenários, sendo o primeiro considerando um prazo de 2 anos e o segundo um prazo de 4 anos.

Em ambos os cenários as seguintes premissas permanecerão inalteradas:

  • Investimento de R$ 30.000.
  • Taxa Selic de 12,25% a.a.
  • CDI de 12,13% a.a.

Obs.: Para a Taxa Selic e o CDI, utilizamos os valores vigentes no início de abril de 2017. Para consultar valores atualizados, consulte a seção sobre índices econômicos.

Cenário A: prazo de 2 anos

Para fazer uma comparação consistente, iremos utilizar as taxas das aplicações dos principais bancos brasileiros, do Tesouro Direto e de bancos e financeiras de menor porte.

Desta forma, fizemos a seguinte seleção:

rdb caruana comparação 2 anos r01

Obs.1: As taxas dos CDBs da Caixa, Banco do Brasil e Itaú foram consultadas durante o segundo semestre de 2016 e apresentadas em nossos artigos específicos sobre estes bancos. As modalidades de CDB destes bancos foram: CDB Progressivo (Caixa), CDB DI (Banco do Brasil) e Itauvest (Itaú).

Obs.2: As taxas do CDB do Banco Pine e da LC da Omni Financeira foram verificadas em fev/17 na plataforma de investimentos da Easynvest.

Obs.3: Os investimentos em RDB, CDB, LC (Letra de Câmbio) e Tesouro Direto possuem a mesma regra de tributação.

A simples análise desta tabela já nos permite verificar que o RDB da Caruana é mais atrativo do que os CDBs oferecidos pelos grandes bancos (Caixa, Banco do Brasil e Itaú), do que o famoso Tesouro Selic e até mesmo do que bancos e financeiras de médio porte.

Para melhor ilustrar esta comparação, apresentaremos a seguir a simulação dos rendimentos de uma aplicação de R$ 30.000 durante dois anos nestes investimentos:

Caruana_2anos_r1

Obs. 1: Conforme informando anteriormente, consideramos Taxa Selic de 12,25% a.a. e CDI de 12,13% a.a. (valores vigentes em abr/17). Para consultar valores atualizados, consulte a seção sobre índices econômicos.

Obs. 2: Os valores apresentados já possuem o desconto do Imposto de Renda (consideramos a alíquota para períodos acima de 720 dias, ou seja, 15,0%).

Cenário B: prazo de 4 anos

O RDB da Caruana possui um aumento progressivo na taxa de rentabilidade oferecida para prazos mais longos.

Sendo assim, iremos agora comparar o prazo de 4 anos com outros investimentos similares:

rdb caruana comparação 4 anos

É possível verificar que para este prazo de 4 anos o RDB da Caruana também possui uma rentabilidade mais atrativa do que os demais investimentos analisados.

Nota: Não encontramos disponível o CDB do Banco Pine e a LC da Omni Financeira para o período de 4 anos e, por isso, fizemos a troca com o Banco BMG e a Financeira Estrela Mineira. Ressaltamos que estas foram as melhores taxas encontradas nas prateleiras das corretoras Easynvest, XP e Rico (consulta em fev/17).

O fato da Caruana apresentar esta elevada rentabilidade para prazos de 4 anos demonstra que ela está focada em atrair investidores capazes de deixar seu dinheiro aplicado por períodos mais longos.

De posse destas rentabilidades, fizemos novamente a simulação dos rendimentos de um investimento de R$ 30.000 nestas aplicações.

Caruana_4anos

Obs.: Novamente, consideramos Taxa Selic de 12,25% a.a. e CDI de 12,13% a.a. e fizemos o desconto do Imposto de Renda na alíquota de 15,0%.

Histórico dos resultados da Caruana Financeira


Antes de investir em qualquer bancou ou financeira é sempre prudente analisar no mínimo o histórico de lucros / prejuízos para se certificar de que não está aplicando em uma instituição com graves problemas financeiros.

Sendo assim, apresentamos o histórico da Caruana Financeira desde 2011:

lucro caruana financeira

Obs.: Ainda não houve a divulgação oficial do resultado de 2016. O balanço completo dos demais anos é disponibilizado no próprio site da Caruana: https://www.caruanafinanceira.com.br/resultados/.

Como não gostamos de informar valores aleatórios sem a mínima comparação, selecionamos os resultados de algumas outras financeiras atuantes no mercado brasileiro e que constantemente fornecem opções de investimentos, principalmente LC, através da corretora independente Easynvest:

lucro comparativo caruana

Fonte: Banco Central

É previsível que um banco ou instituição financeira de médio ou pequeno porte não tenha lucros tão expressivos quanto os tradicionais bancos brasileiros que chegam a lucrar bilhões por ano.

E é justamente por este motivo que encontramos melhores taxas para investir em instituições de médio e pequeno porte. Se as taxas oferecidas fossem iguais, provavelmente a grande maioria dos investidores permaneceria nos bancos tradicionais.

De qualquer forma, pudemos constatar que existem financeiras apresentando lucros consistentes ao longo dos últimos anos.

Riscos do RDB da Caruana


O principal risco de qualquer investidor é a falência da instituição na qual ele fez a sua aplicação.

Entretanto, quando se trata de investimentos em Renda Fixa existe um seguro grátis e automático denominado FGC (Fundo Garantidor de Créditos).

O limite máximo garantido pelo FGC é de R$ 250.000 e além de possuir cobertura para os tradicionais investimentos em LCI e CDB, é importante ressaltar que as aplicações em RDB também são garantidas pelo FGC.

Outra importante característica do FGC é que ele assegura o capital investido inicialmente mais os rendimentos obtidos até a data da intervenção ou liquidação da instituição financeira, considerando sempre o limite máximo de R$ 250.000.

Desta forma, se você possui interesse em investir no RDB da Caruana, nossa recomendação é para que não ultrapasse o valor máximo estipulado pelo FGC para garantir que todo o seu dinheiro esteja realmente seguro.

É bom lembrar que o investidor não precisa pagar nada para ter este seguro e nem procurar o FGC para ativar esta cobertura do seu dinheiro. Basta aplicar seu dinheiro em um dos investimentos garantidos pelo FGC.

A título de curiosidade, é interessante informar que o FGC possuía um patrimônio de R$ 52 bilhões em 2016 (data da última divulgação dos dados desta instituição até a atualização deste artigo em mar/17). Deste valor, cerca de R$ 29 bilhões estavam disponíveis para socorrer os investidores em caso de quebra de algum banco ou financeira.

Obs.1: O prazo médio para o pagamento do FGC após a falência da instituição é de 3 meses. O histórico contendo todos os casos onde o FGC precisou socorrer investidores pode ser acessado aqui em nosso blog.

Obs.2: Se você ainda não conhece o funcionamento do FGC, te convidamos a ler nosso artigo completo sobre este seguro.

Como investir no RDB da Caruana?


Os canais oficiais da Caruana para informações sobre como investir no RDB são apresentados abaixo:

Informações sobre investimentos também podem ser obtidas diretamente com algum membro da equipe da Caruana responsável por essa área:

  • Carlos Padjan (analista): (11) 5504-7867
  • Itamar Azevedo (analista): (11) 5504-7864
  • Marco da Matta (analista): (11) 5504-7811
  • João Kato (supervisor): (11) 5504-7845
  • (11) 5504-7850 ou (11) 97672-1881

Demais informações / dúvidas sobre a Caruana Financeira podem ser consultadas diretamente no site (www.caruanafinanceira.com.br) ou na Ouvidoria através do telefone 0800-772-7210.

Considerações finais


Aprendemos neste artigo as principais características do RDB da Caruana:

  • Investimento inicial mínimo de R$ 20.000.
  • Possibilidade de aportes adicionais de R$ 3.000.
  • Rentabilidade pós-fixada e atrelada ao CDI, variando de 117 a 124% do CDI.
  • Prazos disponíveis de 1 a 4 anos.

Em relação ao risco da aplicação no RDB da Caruana, lembramos novamente da necessidade de se atentar às regras do FGC para garantir a segurança do seu investimento.

Sendo assim, consideramos o RDB da Caruana como uma boa alternativa para investidores com maior tolerância ao risco que possuem a quantia mínima necessária e disponibilidade para deixar esse dinheiro aplicado por período mínimo de 1 ano.


Caso você tenha alguma dúvida, elogio ou sugestão, basta deixar seu comentário aqui embaixo, combinado?

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Os 10+ de fevereiro de 2017




Atualizamos a nossa seção “Os 10+ da Renda Fixa” com o mapeamento dos 10 melhores investimentos para fevereiro de 2017 na visão do blog “Bons Investimentos”:

melhores investimentos fevereiro 2017

Obs.1: Mapeamento realizado em 03/fev/17. Para atualizações e mais opções de investimentos, pode ser realizado o acesso direto ao site das corretoras: Easynvest, XP Investimentos e Rico. Para aprender a investir através destas corretoras, recomendamos a leitura do artigo “Como investir”.

Obs.2: Em 01/12/16, o Grupo XP Investimentos anunciou a compra da corretora Rico. Entretanto, a informação passada ao mercado é de que a marca Rico continuará independente.


Para quem está em busca de investimentos rentáveis e seguros, preparamos um material contendo a nossa estratégia de investimento e detalhando toda a nossa carteira. Você saberá exatamente onde fazemos nossas aplicações visando maximizar os lucros e os mecanismos que utilizamos para minimizar os riscos.

Não perca a oportunidade e conheça o nosso guia!

livro investimentos seguros e rentáveis


Previsão de rentabilidade líquida anual


Foram adotadas as seguintes premissas:

  • CDI: +12,88% ao ano (atual)
  • IPCA: +5,49% ao ano (acumulado dos últimos 12 meses)

Obs.: Para consultar os valores atualizados do CDI, SELIC e IPCA, acesse nossa seção específica sobre estes índices.

  • Destacamos que a Rico e XP Investimentos atualmente estão seguindo a política da Easynvest e não cobram mais taxa para investimentos em LCI e CDB. Entretanto, a Rico ainda permanece com a taxa de 0,10% ao ano para investimento no Tesouro Direto enquanto Easynvest e XP Investimento também não cobram taxa para aplicações em títulos públicos.

Esta previsão serve apenas como ordem de grandeza, pois como visto no artigo sobre os investimentos em Renda Fixa a verdadeira rentabilidade de títulos pós-fixados só é conhecida no momento do resgate do investimento.


Desempenho da poupança


Para fins comparativos, é bom saber que nos últimos 12 meses a rentabilidade da poupança foi de +8,35%.


Segurança é fundamental: lembre-se do FGC


Os investimentos em LCI, LCA e CDB possuem um seguro automático de até R$ 250.000, por CPF e instituição financeira.

Para conhecer ou relembrar as características deste seguro, recomendamos a leitura do nosso artigo específico sobre o FGC.

Obs.: Apesar dos títulos públicos (Tesouro Direto) não serem garantidos pelo FGC, estes investimentos são considerados por especialistas os ativos mais seguros do mercado, conforme explicado no guia sobre o Tesouro Direto.


A escolha por determinado investimento é algo muito particular e não depende exclusivamente da rentabilidade, pois fatores como liquidez (ou seja, o prazo em que você poderá resgatar o dinheiro) e valores mínimos de aplicação devem ser levados em consideração.


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