Alta do dólar aumenta prejuízo da Oi no primeiro trimestre de 2020

A alta do dólar e a consequente desvalorização do real neste ano influenciaram o aumento do prejuízo da Oi no primeiro trimestre de 2020.

A empresa de telecomunicações apresentou um prejuízo líquido consolidado de R$ 6,254 bilhões de janeiro a março. O resultado foi a reversão do lucro de R$ 679 milhões, obtido no mesmo período do ano passado.

A dívida bruta consolidada da empresa foi de R$ 24,4 bilhões. A cifra significa um crescimento  de 49,3% em relação a 2019. 

Já a linha de passivos onerosos foi de R$ 1,7 bilhões. Essa linha constitui-se por contratos de transmissão de dados por cabos submarinos e satélites.

O resultado cambial líquido atingiu R$ 2,7 bilhões negativo. 

A Oi comunicou que “soma-se a isso os efeitos usuais de accrual de juros e da amortização do ajuste a valor presente (AVP), que contribuem para o crescimento da dívida a cada período”.

Além disso, entrou nessa conta a emissão de uma debênture privada de cerca de R$ 2,5 bilhões, que estava prevista no plano de Recuperação Judicial.

A companhia terminou o trimestre com um caixa consolidado de R$ 6,3 bilhões, representando um aumento de 0,7% em relação ao trimestre de 2019.

Tal aumento no caixa explica-se principalmente por causa do recebimento das primeiras parcelas da venda da PT Ventures, no valor de US$ 1 bilhão, dos quais US$ 841 milhões já haviam sido recebidos até o final do trimestre.

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Revisão e edição: Cintia Salomão

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