Bitcoin apresenta valorização no 1º semestre de 2020

Nos últimos anos, as palavras bitcoin e criptomoedas apresentam significados diferentes para as pessoas. Uma tem a ver com revolução e a outra passou a ser vista como fonte de dinheiro.

A palavra criptomoeda teve seu nome associado a palavra revolução influenciada pela importância do blockchain, que é o protocolo de segurança utilizado pelas moedas digitais.

Já o Bitcoin, que teve uma forte valorização entre 2017 e 2018, passou a ser visto pelas pessoas como uma mina de dinheiro.

Passado o tempo para as pessoas se acostumarem com essa mudança no mercado, as criptomoedas começaram a despertar a curiosidade das pessoas e com isso foi vista como uma suposta pirâmide financeira, que promete ganhos fáceis que em geral não se concretizam.

Um caso recente que ganhou a mídia mundial foi o do ex-jogador Ronaldinho Gaúcho que ficou ligado a uma propaganda de uma criptomoeda que oferecia rendimentos de 2% ao dia. Atualmente ele é processado e acusada de uma suposta pirâmide financeira.

E diante do crescimento desse mercado, muitas criptomoedas começaram a ser lançadas no mercado além do Bitcoin

Porém, a moeda digital Bitcoin continua apresentando uma forte valorização, com a pandemia, o investimento diversificado em criptomoedas ganhou força, mas ainda não bateu a valorização atingida em 2017.

Dados apontam que no primeiro semestre de 2020, o Bitcoin que represeta 75% do mercado mundial de criptomoedas teve valorização de quase 30%.

No Brasil, o Bitcoin representa cerca de 90% do mercado de criptomoedas.

Regulação

Ao que tudo indica, a alta se deve ao avanço da regulação das criptomoedas e dos blockchain nos bancos centrais ao redor do mundo.

Aqui no Brasil, o Banco Central já começou o registro de mineração de criptomoedas no balanço externo desde o ano passado. Contudo, as regras ainda precisam evoluir no mesmo sentido que acontece no exterior.

Analistas de mercado acreditam que as criptomoedas terão uma menor volatilidade quando realmente tiverem um papel de moeda, como uma unidade para troca e venda de produtos.

Desta forma, eles alertam que as pessoas precisam aprender que moeda digital não é um investimento, pois logo mais as criptomoedas irão substituir o papel moeda no futuro.

Exterior

No exterior as empresas já aceitam as criptomoedas como forma de pagamento. Aqui no Brasil, esse processo caminha lentamente. Hoje, temos a Reserva e a construtora Tecnisa.

Em 2015, a Tecnisa anunciou que iria comercializar imóveis com pagamento em Bitcoin, porém até 2017 nenhuma unidade tinha sido comercializada nesse modelo. Contudo, em 2018 e 2019 cerca de R$ 40 milhões em imóveis foram comercializados tendo o bitcoin como moeda.

Especialistas explicam que os escândalos envolvendo o Bitcoins prejudicaram a imagem da moeda digital no Brasil. E para os negócios voltarem a crescer dependerá da cotação da criptomoeda.

Ao que tudo indica, se valorização seguir o ritmo do primeiro semestre, pode ser que o futuro das criptomoedas seja positivo mais rápido do que se imagina.

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