Conheça as empresas que valorizaram na pandemia

Diante do atual momento em que estamos vivendo com a pandemia do coronavírus, algumas empresas ganharam valor de mercado. Entre elas, empresas ligadas ao comércio eletrônico, alimentos e transportes.

As empresas de comércio eletrônico lideram a lista e parece ter conquistado de vez o coração dos consumidores.

Por outro lado, as empresas ligadas ao setor de alimentos observaram um movimento onde os chineses buscaram mais carnes processadas.

Confira as empresas:

  • B2W

A B2W anunciou que obteve um prejuízo de R$ 108 milhões no primeiro trimestre de 2020. Contudo, bateu o recorde do Ibovespa em termos de valorização no ano.

Ao que tudo indica, os investidores observaram que ela foi rápida em fechar parcerias estratégicas relevantes durante a crise.

Para quem não sabe, a empresa é detentora das marcas Americanas.com, Submarino e Shoptime.

Além disso, a companhia fechou parceria para novos meios de pagamento nas lojas de conveniência da BR Distribuidora.

  • Magalu

Já o Magazine Luiza conseguiu embolsar R$ 4,7 bilhões em uma emissão de ações, no fim de 2019.

Além disso, a empresa foi rápida porque na primeira semana da quarentena apresentou campanhas de frete gratuito e oferecendo uma opção de renda.

Segundo analistas de mercado, a Magalu é Top 10 da Bolsa.

  • Marfrig

Do lado de alimentos, aparece a Marfrig que atualmente é a segunda maior empresa de carnes bovinas do mundo.

Analistas acreditam que as mudanças na gestão e o bom momento da pecuária global estão entre os motivos para a alta do valor de mercado da Marfrig.

  • Minerva

Por outro lado, a Minerva foi beneficiada pelo câmbio, com o fato de atender a vários mercados em uma época de demanda em alta por alimentos.

Dados mostram que o volume de carne processada pela empresa cerca de 70% a 80% vão para o exterior.

  • Via Varejo

No primeiro trimestre de 2020, a Via Varejo apresentou um lucro de R$ 13 milhões, revertendo o prejuízo de R$ 50 milhões do mesmo período de 2019.

Analistas de mercado acreditam que a expectativa com a Via Varejo está na retomada no quarto trimestre, pois a  empresa tem muito volume de vendas.

  • WEG

A WEG também foi beneficiada pelo câmbio, porém foi impactada pelo novo coronavírus em períodos diferentes. Primeiro na China, depois Europa e consequentemente nos Estados Unidos.

De acordo com analistas, é esperado no curto prazo muitos desafios, dentre eles a monetização de suas recentes aquisições e a expectativa limitada para produtos de ciclo longo, em que as receitas são geralmente mais altas.

  • B3

A B3 é uma das 10 empresas do Ibovespa que mais ganharam valor de mercado. Vale destacar que no mês de maio o giro financeiro nos pregões foi, em média, de R$ 25,4 bilhões.

No ano anterior, o número ficou em R$ 14,6 bilhões, ganhos de 73,9% no período.

  • Klabin

Já para a Klabin o mix de produtos variados com a alta no câmbio e o crescimento do comércio eletrônico impulsionaram a valorização da Companhia na Bolsa.

Dados preliminares da Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO) mostram perdas de 6,69% nas vendas do produto em maio na comparação com abril.

  • Notredame

Por fim, a Notredame poderá surpreender em meio a pandemia. A Companhia anunciou a aquisição do Grupo Santa Mônica, de MG.

De acordo com dados, 75% da base de clientes em planos empresariais e uma estrutura verticalizada são os pontos positivos da Notredame.

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