Tesouro Direto na Easynvest: vantagens e riscos

Após a publicação de nosso artigo analisando se a Easynvest é uma boa corretora, alguns leitores pediram para que fôssemos mais específicos e tratássemos diretamente sobre os investimentos no Tesouro Direto usando como agente de custódia a Easynvest.

Tesouro Direto na Easynvest

Sendo assim, preparamos este artigo para analisar as vantagens e os riscos de realizar investimentos em títulos públicos utilizando esta corretora independente.

easynvest títulos públicos

Se você ainda não está familiarizado com este tipo de investimento, é importante saber que os títulos públicos são ativos de Renda Fixa negociados pelo Tesouro Nacional.

Ao fazer a sua aplicação, você estará emprestando dinheiro ao Governo Federal e receberá no futuro esta grana aplicada acrescida de juros.

Obs.: Esta é uma definição básica e caso você queira aprender as principais características deste tipo de investimento, recomendamos o acesso ao nosso artigo específico sobre o tema.




Vantagens


Neste tópico, listaremos as principais vantagens de se investir no Tesouro Direto pela Easynvest, de acordo com a visão dos autores deste blog. Portanto, caso você não concorde com alguma delas ou queira acrescentar outras, te convidamos a deixar um comentário no final deste artigo, ok?

  • Taxa Zero

Não é possível fazer aplicações diretamente com o Tesouro Nacional. Ou seja, você não pode, por exemplo, “bater na porta” do Governo Federal e solicitar a compra de títulos públicos.

Para fazer este investimento você precisa obrigatoriamente da intermediação de uma instituição financeira habilitada a trabalhar com títulos públicos.

No Tesouro Direto, essa instituição financeira é conhecida também como “agente de custódia“.

Sendo assim, ao operar através de um agente de custódia, o investidor fica sujeito à cobrança de uma taxa para que este agente preste o serviço de intermediar suas aplicações.

As corretoras dos grandes bancos cobram as seguintes taxas:

  • Banco do Brasil e Bradesco: 0,50% a.a.
  • Caixa Econômica, HSBC e Santander: 0,40% a.a.
  • Itaú: 0,30% a.a. para clientes Personnalité e 0,50% a.a. para demais clientes.

Entretanto, o grande atrativo da Easynvest é justamente não cobrar taxa para investimentos no Tesouro Direto!

easynvest taxa zero

Consideramos essa a principal vantagem desta corretora independente, uma vez que o título público comprado no Banco do Brasil, por exemplo, é exatamente o mesmo título comprado na Easynvest. Logo, para quê gastar dinheiro com taxas à toa?

Desta forma, operando através da Easynvest você se livra do pagamento da taxa para o agente de custódia e aumenta a rentabilidade da sua aplicação.

Porém, é importante ressaltar que além desta taxa para o agente de custódia, o investimento no Tesouro Direto possui uma segunda taxa, que é paga à BM&FBovespa no valor de 0,30% a.a. sobre o valor investido nos títulos.

Esta taxa paga para a BM&FBovespa é relacionada à guarda dos títulos e informações sobre saldos, é obrigatória e igual para todos os investidores (independente do agente de custódia escolhido). Portanto, ao optar por investir pela Easynvest você não conseguirá fugir deste pagamento de 0,30% a.a. apesar de se livrar do pagamento da taxa do agente de custódia.

  • Agente Integrado

Outra vantagem da Easynvest é ser agente integrado do Tesouro Direto.

Isso significa que você pode fazer os investimentos e consultar o saldo das suas aplicações através da plataforma da corretora, que possui integração em tempo real com o Tesouro Direto.

Se você optar por um agente de custódia que não seja um agente integrado, precisará fazer os investimentos via site do Tesouro Nacional.

Alguns podem questionar se isto é mesmo vantajoso, uma vez que fazer os investimentos via site da corretora ou do Tesouro Nacional possui o mesmo resultado final.

Entretanto, acreditamos que é mais cômodo, fácil e rápido fazer as aplicações pela plataforma da Easynvest.

Para fins comparativos, é interessante saber que a Caixa Econômica Federal e o Santander não possuem essa facilidade de serem agentes integrados apesar de cobrarem taxas para desempenhar a função de agente de custódia.

Obs.: Para conhecer todas as instituições financeiras habilitadas a operarem com títulos públicos, as respectivas taxas de agente de custódia e a condição de agente integrado, acesse: http://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto-instituicoes-financeiras-habilitadas

  • Facilidade para realizar o investimento

Além de ser um agente integrado, consideramos que a plataforma da Easynvest é uma das mais fáceis e intuitivas para os investidores iniciantes.

Iremos demonstrar a seguir como é fácil e rápido realizar seus investimentos no Tesouro Direto após a abertura de conta nesta corretora independente:

  1. Clique em login no canto superior direito.

1 easynvest tesouro direto login

  1. Digite login e senha para acessar sua conta na Easynvest

2 easynvest tesouro direto login e senha

  1. No menu lateral esquerdo, selecione a opção “Produtos e Promoções”

3 easynvest tesouro direto produtos

  1. Selecione o produto “Tesouro Direto”. Na aba “O que é?”, clique em aderir no canto inferior direito.

4 easynvest tesouro direto assinatura

  1. Feito isto, vá para a aba “Adesão”, concorde com o termo de adesão, insira a assinatura eletrônica (gerada durante o processo de abertura da conta) e clique em “Assinar”.

5 easynvest tesouro direto assinatura

  1. Após estes passos você já estará apto a realizar efetivamente os investimentos no Tesouro Direto. Vá novamente ao menu lateral esquerdo e dessa vez selecione a opção “Renda Fixa” e “Tesouro Direto”.

6 easynvest tesouro direto renda fixa

  1. Pronto. Basta escolher qual título público deseja investir e clicar na opção “Comprar” para definir o valor do investimento a ser realizado.

7 easynvest tesouro direto investimento

Obs.: Simulação realizada em maio de 2017. Portanto, podem haver modificações futuras neste passo-a-passo.

  • Instituição financeira líder no número de transações

Alguns investidores iniciantes podem ter receio de sair dos grandes bancos e operar via corretora independente.

É perfeitamente natural e prudente o medo do “desconhecido”. Ainda mais quando o assunto envolve o nosso suado dinheiro.

Entretanto, achamos interessante apresentar o ranking das 10 instituições financeiras com maior número de transações no Tesouro Direto em março de 2017.

easynvest lider do tesouro direto

Podemos notar que a Easynvest é a líder neste quesito e a segunda e terceira colocações são ocupadas por outras duas corretoras independentes: Rico e XP Investimentos.

Nos últimos anos, a Easynvest se consolidou como uma das líderes de investimentos no Tesouro Direto, com mais de cem mil clientes fazendo este tipo de aplicação através de sua plataforma.

Como defensores da necessidade de ampliação dos conhecimentos em educação financeira, vemos este movimento com grande entusiasmo, pois mostra que os brasileiros estão mais atentos e menos propensos a pagarem altas taxas aos grandes bancos, que muitas vezes não se refletem em serviços de boa qualidade.

Riscos ou desvantagens





Assim como as vantagens foram listadas baseadas em nossas percepções, as desvantagens também seguirão este mesmo princípio.

  • Gerenciamento de uma nova conta

Você provavelmente possui conta em um grande banco para receber seu salário, aluguel ou outro tipo de renda, certo?

Sendo assim, caso decida investir através da Easynvest, precisará abrir e gerenciar uma nova conta.

Algumas pessoas preferem concentrar todas as suas aplicações no seu banco apesar de estarem literalmente perdendo dinheiro com isso.

Se a pessoa faz isso com plena consciência de que está abrindo mão de maiores rentabilidades pela comodidade de “gerenciar” apenas uma conta, nós respeitamos a decisão.

O problema é que muitos sequer sabem que é possível obter ganhos mais elevados com menores custos.

Nós já estamos familiarizados com o gerenciamento de outras contas específicas para investimentos e não consideramos isto uma desvantagem, mas resolvemos incluir este item porque já recebemos relatos de alguns leitores do blog “reclamando” deste fato.

  • Pagamento de TED / DOC para transferência do dinheiro do banco para a Easynvest

Este é o principal risco que o investidor precisa estar atento ao decidir investir no Tesouro Direto através da Easynvest, principalmente quando as aplicações são de pequenos valores.

Algumas pessoas possuem isenção do pagamento de taxas para TED ou DOC. Entretanto, a maior parcela dos pequenos investidores não possui este benefício e, ao transferirem o dinheiro do seu banco para a Easynvest, precisarão pagar essa taxa.

Vamos tentar ilustrar esse perigo com um exemplo simples e direto.

Sócrates decidiu aplicar R$ 100 (cem reais) no Tesouro Direto e se assustou com a taxa de agente de custódia de 0,50% a.a. cobrada pelo seu banco.

Após estudar diversos artigos no blog “Bons Investimentos” decidiu realizar o investimento através da corretora independente Easynvest, mas não se atentou para o fato de seu banco cobrar uma taxa de R$ 10 para cada TED ou DOC efetuado.

Desta forma, ao realizar a transferência de R$ 100 para a conta da Easynvest, Sócrates precisou pagar R$ 10 e com isso teve logo de cara um prejuízo de 10% do valor a ser investido.

Ou seja, neste cenário era muito mais rentável Sócrates ter feito o investimento em Tesouro Direto no seu próprio banco, pois a taxa anual do agente de custódia seria de apenas R$ 0,50 (0,50% de R$ 100).

Sendo assim, o pagamento de TED ou DOC para os pequenos investidores pode ser fator determinante na escolha do agente de custódia.

No exemplo anterior, se Sócrates decidisse investir a quantia de R$ 5.000, a Easynvest se apresentaria como a solução mais rentável, pois a taxa anual do agente de custódia seria de R$ 25 contra “apenas” R$ 10 gasto no TED ou DOC.

Obs.: A taxa do agente de custódia é anual enquanto a taxa de TED ou DOC é única. Logo, é preciso projetar quanto tempo o seu dinheiro ficará investido para fazer uma comparação mais justa na hora da sua tomada de decisão.

É importante ressaltarmos que a Easynvest não cobra taxa de TED ou DOC para que você retorne para o seu banco o dinheiro investido no Tesouro Direto.

Ou seja, a preocupação se dá exclusivamente com as taxas cobradas pelo seu banco no momento da transferência do dinheiro para a sua conta na Easynvest.

  • Falência da Easynvest

O principal medo dos investidores que operam através de corretoras independentes é de que esta instituição decrete falência.

Entretanto, é preciso reforçar que o papel da Easynvest é intermediar o seu investimento com o Tesouro Nacional.

Em outras palavras, ao investir no Tesouro Direto pela Easynvest você não está investindo na Easynvest. A corretora, neste caso, é apenas a “ponte” obrigatória para você realizar suas aplicações.

Todos os títulos públicos adquiridos pela Easynvest ou por qualquer outra corretora ficam “guardados” na BM&FBovespa e você pode consultar o seu extrato pelo próprio site do Tesouro Nacional.

Desta forma, em caso de falência da Easynvest basta você escolher outra instituição financeira habilitada para ser o seu agente de custódia.

É claro que esta transferência é um processo burocrático, chato e que ninguém gosta de enfrentar. Entretanto, você não corre o risco de perder o dinheiro investido em títulos públicos apenas porque a corretora faliu.

O verdadeiro risco ao operar por corretoras independentes recai sobre o dinheiro que você deixou “parado” na conta da própria corretora.

Por isso, sempre aconselhamos a não deixar o dinheiro na conta da corretora e só fazer as transferências quando tiver a certeza de qual título público irá comprar.

Pela mesma lógica, é ideal que você reaplique o dinheiro ou transfira de volta para o seu banco no mesmo dia em que houver o vencimento / resgate do investimento.

Apesar de não ser esperado que uma corretora com o porte e resultados da Easynvest venha decretar falência, acreditamos ser melhor prevenir do que remediar.


Se você está em busca de aplicações rentáveis, saiba que preparamos um material contendo a nossa estratégia de investimento e detalhando toda a nossa carteira. Você saberá exatamente onde fazemos nossas aplicações visando maximizar os lucros e os mecanismos que utilizamos para minimizar os riscos.

Não perca a oportunidade e conheça o nosso guia! Está imperdível para investidores interessados no Tesouro Direto…

livro investimentos seguros e rentáveis


Esperamos que este artigo tenha sido suficiente para você decidir se investir no Tesouro Direto através da corretora independente Easynvest é uma boa alternativa.

Caso tenham permanecidos dúvidas ou queira relatar sua experiência no assunto, ficaremos muito felizes em receber um comentário seu logo abaixo!





Veja Também:

Quem deve declarar Imposto de Renda em 2016? Entenda quem deve declarar Imposto de Renda em 2016 e como realizar esta Declaração de Ajuste Anual dentro do prazo e condições da Receita Federal.
Empréstimo pessoal do Banco do Brasil: veja armadilhas e simulador! Saiba quem pode adquirir o empréstimo pessoal do Banco do Brasil, aprenda a encontrar as menores taxas de juros e como usar o simulador de empréstimo.
Rating Brasil: conceito, histórico e comparação a outros países Aprenda o conceito de Rating Brasil, conheça o histórico brasileiro nos últimos anos (S&P, Fitch e Moody's) e veja a comparação com diversos outros países.

Tesouro Direto: mitos e verdades

Por permitir investimentos iniciais a partir de R$ 30 e rentabilidades superiores à Poupança, o Tesouro Direto está ganhando destaque entre todos os tipos de investidores e até mesmo entre as pessoas que nunca tinham investido.

 

Tesouro_Direto

 

Comprando os títulos públicos do Tesouro Direto, o investidor pode escolher entre papéis com rentabilidade pré ou pós-fixada e alinhar os diferentes produtos com seus objetivos.

As diversas modalidades de títulos permitem aos investidores protegerem os seus recursos da inflação (IPCA) e das oscilações da taxa de juros (Selic).

Após a publicação do nosso guia para investimentos no Tesouro Direto, onde é possível conhecer as diversas características destes títulos públicos, recebemos inúmeras mensagens de leitores querendo confirmar as facilidades e vantagens em iniciar os seus investimentos.




Sendo assim, visando fortalecer ainda mais os conceitos já apresentados e desmistificar este tipo de aplicação, trazemos um trecho do artigo publicado pela corretora independente Easynvest, onde o diretor Amerson Magalhães aponta os mitos e verdades sobre o Tesouro Direto.

 

Tesouro-Direto-Mito-ou-Verdade

 

É fácil e barato investir no Tesouro Direto


Verdade. Para Magalhães, os principais diferenciais do Tesouro Direto são o pequeno valor exigido para o investimento inicial (R$ 30,00), baixo risco de crédito, boa liquidez e a facilidade na hora de investir.

“O investidor só precisar ter uma conta em um banco ou corretora, e não precisa nem sair de casa para fazer as transações, tudo pode ser feito pela Internet”.

 

Bons_Investimentos_online

 

O investidor deve ficar atento apenas aos custos das operações, que podem variar de instituição para instituição. “Na Easynvest, por exemplo, não cobramos taxa de administração, o que torna o investimento ainda mais vantajoso”, ressalta.

O único custo é a taxa de custódia da BM&FBOVESPA, cobrada sobre o valor total dos títulos (0,30% ao ano) e que se refere aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos.

Preciso ficar com o título até o vencimento


Mito. Se precisar, o investidor pode vender seu título antes do vencimento, diretamente ao Tesouro Nacional, pelo seu valor de mercado.

“O investidor tem que tomar cuidado para ajustar a sua necessidade com a data de vencimento do título. Se ele vai precisar do dinheiro no curto prazo, não faz sentido comprar um título de longo prazo. Também é importante ficar atento ao Imposto de Renda, cuja alíquota é maior para resgates realizados em prazos menores”.

A rentabilidade do Tesouro Direto pode ser maior do que a da Poupança


Verdade. No atual cenário econômico, o retorno da poupança tende a ficar abaixo até da inflação.

A poupança rende 0,5% ao mês mais a variação da Taxa Referencial (TR). “Com a alta da inflação e da taxa Selic, quem deixa seus recursos concentrados na poupança está perdendo dinheiro”, aponta Magalhães.

Os títulos públicos atrelados à inflação, por exemplo, pagam, atualmente, juro fixo de aproximadamente 6% ao ano (a.a.) mais a variação do IPCA.

Ou seja, o investidor fica protegido do aumento dos preços e tem um ganho real de 6% a.a.

Não vale a pena investir por menos de 2 anos, em razão do Imposto de Renda


Mito. Mesmo com a incidência do Imposto de Renda, as aplicações no Tesouro Direto são mais vantajosas.

Quanto mais tempo o valor ficar investido, menor a alíquota cobrada. As taxas variam de 22,5% para aplicações de até 180 dias e chegam até 15%, para aplicações acima de 720 dias.

Obs.: Para entender um pouco mais sobre a tributação dos seus investimentos, consulte a nossa seção sobre impostos.

É uma boa opção para curto, médio e longo prazo


Verdade. O Tesouro Direto oferece diversas opções, que se encaixam em curto, médio e longo prazo.

 

Tesouro_Direto_mito_verdade

 

“Para quem pensa no curto prazo, os títulos pós-fixados corrigidos diariamente pela Selic são boas opções. Para os que pensam no médio prazo, os títulos pré-fixados podem ser boas alternativas. Já para os que pensam em aposentadoria, o melhor é optar por um título que siga a inflação (IPCA+)”, sugere.

É importante conhecer as características de cada título para escolher a melhor opção de acordo com o objetivo e prazos determinados.

O resgate antes do vencimento sempre é ruim


Mito. Quem decidir vender um título pré-fixado ou IPCA+ antes do vencimento corre o risco de resgatar um valor inferior ao aplicado caso, nesse meio tempo, tenha ocorrido uma elevação na taxa de juros. No entanto, se ocorrer uma redução na taxa de juros, o rendimento poderá ser superior.

Se o investidor vislumbrar a hipótese de venda dos títulos antes do prazo de resgate, a melhor alternativa é a compra do “Tesouro Selic”, pois este é o único título público que sempre apresenta rentabilidade positiva em caso de venda antecipada.

É um investimento com baixo risco de crédito


Verdade. Embora os investimentos em Tesouro Direto não estejam cobertos pelo FGC, Fundo Garantidor de Crédito, a garantia é oferecida pelo Governo Federal, emissor dos títulos. Portanto, é um investimento seguro.

Tesouro Direto só é bom para quem investe muito


Mito. A remuneração paga no Tesouro Direto é a mesma tanto para quem investe pouco, quanto para quem investe valores maiores.

“É um produto democrático, a rentabilidade antes disponível só para grandes investidores agora também é acessível aos pequenos”, contemporiza o diretor Amerson Magalhães.


Esta foi uma matéria publicada pela Easynvest para estimular seus clientes a investirem no Tesouro Direto.

Easynvest_Logo_Bons_Investimentos

Ficaremos sempre atentos ao mercado e quando surgirem novidades que consideremos relevantes e de fontes com comprovada experiência no assunto, traremos para a ampliação do conhecimento dos nossos leitores.

Agora, vamos relembrar como você pode aproveitar o bom momento das aplicações em títulos públicos.

Como iniciar os seus investimentos


Conforme amplamente discutido em nosso artigo sobre “Como Investir”, acreditamos que o primeiro passo para iniciar as aplicações consiste em abrir uma conta em uma corretora independente. Os motivos são os seguintes:

  • Oferecem rentabilidades maiores
  • Oferecem mais opções de investimentos
  • Cobram taxas mais baixas

As taxas cobradas pelas três principais corretoras, apresentadas em nosso artigo específico sobre o tema e monitoradas mensalmente por nosso blog para a apresentação dos 10 melhores investimentos de cada mês, são apresentadas novamente aqui:

 

Easynvest_XP_Rico_Comparativo_Corretoras

 

(*) Clientes com investimentos acima de R$ 300.000,00 (trezentos mil reais) são isentos do pagamento desta taxa.

Se você optar por abrir conta em uma dessas três corretoras, podemos adiantar que o processo é feito totalmente pela internet de maneira fácil e rápida.

E o mais importante: é de graça, ou seja, não existe custo para a abertura da conta.

Para fazer o cadastro, basta acessar o site das corretoras diretamente por estes links: Easynvest, XP Investimentos e Rico.

Se você tiver outra sugestão de corretora independente ou se já opera pelo seu próprio banco, compartilhe aqui sua experiência e ajude os demais leitores deste blog.

Considerações Finais


Se você chegou até aqui e fez a leitura do conteúdo disponibilizado em nosso blog, entendemos que o primeiro passo já foi dado, pois você decidiu dedicar o seu tempo para melhorar a sua educação financeira.

O próximo passo é “perder o medo” e colocar em prática os conceitos adquiridos.

Caso você seja “marinheiro de primeira viagem”, é prudente fazer pequenos investimentos nos primeiros meses até que você se familiarize com este “novo mundo” que se apresenta.

Entretanto, podemos te garantir que não é algo complexo ou que exija muito tempo.

Ressaltamos que o Tesouro Direto é uma das aplicações selecionadas em nosso artigo sobre os melhores investimentos para 2016.

Qualquer necessidade de apoio, basta deixar um comentário logo abaixo que estaremos aqui para te auxiliar, ok?

Para receber nossas atualizações gratuitamente com dicas de investimentos que poderão mudar completamente sua vida financeira, basta cadastrar seu e-mail logo abaixo. Lembrando que é 100% gratuito. Você só tem a ganhar!




Veja Também:

LF: aprenda tudo, use nosso simulador e aumente seus lucros! Aprenda todas as características da Letra Financeira (LF). Saiba como conseguir os melhores rendimentos e utilize nosso simulador.
Grau de investimento: entenda as agências de rating Aprenda como consultar e interpretar as notas das principais agências de rating (Moody's, Fitch e S&P) e invista em aplicações com grau de investimento.
Qual é o Banco 104? Descubra rapidamente quem é o Banco 104. Aproveite também para receber dicas preciosas para economizar tempo e evitar erros em transferências via TED e DOC e como não cair no golpe do boleto falso.

Títulos públicos: invista no Tesouro Direto com apenas R$ 30

O investimento no Tesouro Direto (títulos públicos) já foi abordado em nosso artigo sobre as principais opções de Renda Fixa.

 

Entretanto, por ser considerado o investimento mais democrático para o pequeno investidor, com aplicações iniciais partindo de R$ 30,00, entendemos que o assunto merece um artigo exclusivo para abordar todas as particularidades desta opção da Renda Fixa.

 

Além da baixa aplicação inicial, o Tesouro Direto também é considerado o investimento mais democrático porque a remuneração de um pequeno investidor que aplica R$ 30,00 é a mesma de um grande investidor que faça uma aplicação de R$ 1.000.000,00.

 

Ressaltamos que apesar de ser o investimento teoricamente mais democrático, o Tesouro Direto nem sempre oferece as maiores rentabilidades do mercado.

 

A composição da carteira de investimentos de cada investidor deve ser montada para atender às diversas variáveis envolvidas, como, por exemplo, valor total a ser investido e prazo para resgate do dinheiro.

 




O que é o Tesouro Direto?


 

É um programa do Tesouro Nacional (governo brasileiro), que negocia títulos públicos federais, por meio da internet, para pessoas físicas.

 

Títulos públicos_Tesouro Direto

 

Concebido em 2002, esse programa surgiu com o objetivo de democratizar o acesso aos títulos públicos, ao permitir aplicações com apenas R$ 30.

 

Antes do Tesouro Direto, o investimento em títulos públicos por pessoas físicas era possível somente indiretamente, por meio de fundos de renda fixa que, por cobrarem elevadas taxas de administração, reduziam a atratividade desse tipo de investimento.

 

O objetivo principal do Tesouro Direto é captar recursos para financiar atividades do Governo Federal em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

 

Desta forma, ao comprar um título público, você estará emprestando dinheiro ao Governo. Em contrapartida, você receberá, no prazo estipulado, o que você emprestou mais os juros do período.

 

O site do Tesouro Direto é muito completo e possui vários vídeos explicativos sobre este investimento.

 

Abaixo, você poderá assistir ao vídeo oficial que fala sobre esta opção da Renda Fixa:

 

TESOURO DIRETO APRESENTA: O que é o Tesouro Direto?

 

O Tesouro Direto oferece títulos pré-fixados e pós-fixados:

 
  • Pré-fixados: você sabe exatamente a rentabilidade que irá receber se mantiver o título até a data de vencimento.
  • Pós-fixados: a rentabilidade é determinada de acordo com o desempenho de um indexador e só é conhecida efetivamente no momento do resgate da aplicação (final do investimento).
 

Os indexadores utilizados pelo Tesouro Direto são a inflação (IPCA) e a taxa básica de juros (Selic).

 

Atualmente, existem cinco opções de títulos públicos no Tesouro Direto:

 
  • Tesouro pré-fixado
  • Tesouro pré-fixado com juros semestrais
  • Tesouro IPCA+
  • Tesouro IPCA+ com juros semestrais
  • Tesouro Selic
 

É importante destacar que os títulos públicos podem ser vendidos antes do prazo final do investimento. Contudo, nestas situações, o investidor pode receber um valor menor ou maior do que fora pactuado no momento da compra.

 

Isto acontece porque os valores dos títulos públicos oscilam durante o período de vigência do investimento, o que pode levar a uma valorização ou desvalorização.

 

A única exceção é o Tesouro Selic, que sempre apresenta rentabilidade positiva.

 

Portanto, é importante se planejar antes de adquirir títulos públicos que possam apresentar rentabilidade negativa (Tesouro pré-fixado e Tesouro IPCA+).

 

Para não correr o risco de perder dinheiro, recomendamos não vender os títulos antes do vencimento.

 

Levando o título até o final, você garante que receberá as taxas pactuadas no momento da aplicação, independente das oscilações que ocorrerem durante o período de vigência da sua aplicação.

 

A seguir, são apresentados estes títulos públicos em maiores detalhes.

 

Tesouro pré-fixado


 

Como o próprio nome diz é um título pré-fixado, onde o investidor tem o conhecimento da taxa que receberá já no momento da compra do título.

 

Este papel é indicado quando a taxa básica de juros (Selic) e a inflação (IPCA) estão elevadas, mas existe a perspectiva de queda em curto e médio prazo.

 

Desta maneira, o investidor consegue manter sua rentabilidade elevada mesmo após uma possível queda da Selic e do IPCA.

 

Conforme mencionado anteriormente, este título público pode apresentar rentabilidade negativa se for resgatado antes do prazo pactuado no momento da aplicação.

 

Sendo assim, a recomendação é para que o investidor se programe para que consiga manter o investimento até o vencimento do título e receba as taxas definidas no momento da aplicação.

 

Tesouro IPCA+


 

Título pós-fixado que remunera de acordo com a variação do IPCA (indicador oficial da inflação).

 

Este título público proporciona rentabilidade real, pois seu rendimento é composto por duas parcelas:

 

Variação da inflação (IPCA) + Taxa de juros pré-fixada

 

Sendo assim, a principal atração deste título é a garantia de sempre ganhar da inflação.

 

A rentabilidade real (descontada a inflação do período) é dada pela taxa de juros pré-fixada, estabelecida no momento da aplicação.

 

A compra deste título é recomendada quando existe a expectativa de elevação dos preços (aumento da inflação).

 

Assim como o “Tesouro pré-fixado”, este título pode apresentar rentabilidade negativa. Por este motivo, o aconselhável é se programar para não precisar resgatar o investimento antes do prazo combinado e, assim, evitar a possibilidade de perdas de capital.

 

Tesouro pré-fixado com juros semestrais e Tesouro IPCA+ com juros semestrais


 

A lógica destes títulos públicos é semelhante aos seus correspondentes (pré-fixado e IPCA+) com a única diferença de haver o recebimento dos rendimentos com uma periodicidade de seis meses (juros semestrais).

 

Já no “Tesouro pré-fixado” e “Tesouro IPCA+” todo o rendimento é recebido apenas no final da aplicação.

 

Cabe destacar que no pagamento destes rendimentos semestrais também há incidência de Imposto de Renda (IR), obedecendo à tabela regressiva (apresentada mais adiante neste artigo no item “Tributação e Taxas”).

 

Deste modo, se você planeja reinvestir os valores recebidos a cada seis meses, é mais interessante investir em um papel que não paga juros semestrais, pois o valor gasto com o pagamento do Imposto de Renda será regressivo e, portanto, menor.

 

Contudo, caso a sua intenção seja utilizar parte do rendimento recebido semestralmente para complementar sua renda, talvez seja mais interessante optar pelos títulos públicos com juros semestrais apesar da menor rentabilidade final.

 

De forma direta, os juros semestrais representam uma antecipação do pagamento da rentabilidade do título. Não significam, portanto, uma rentabilidade adicional.

 

Já nos títulos públicos que não pagam juros semestrais, toda a rentabilidade é acumulada e paga somente no seu vencimento.

 

Tesouro Selic


 

Título pós-fixado que remunera de acordo com a variação da taxa básica de juros (Selic).

 

Sendo assim, é um grande atrativo para períodos nos quais a Taxa Selic se encontra elevada.

 

Além disso, representa uma ótima opção para investidores mais conservadores, já que a venda deste papel antes do prazo de vencimento não acarreta perdas.

 

Isso ocorre porque o “Tesouro Selic” é o único título do Tesouro Direto que sempre apresenta rentabilidade positiva.

 

Este título público não oferece a opção de pagamento de juros semestrais. Desta forma, o resgate da aplicação é feito apenas no vencimento do título.

 

Aplicação mínima


 

R$ 30,00 (trinta reais).

 

Aplicação máxima


 

O limite mensal é de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).

 

Ressalta-se que não há limite para vendas. Sendo assim, caso você tenha R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) aplicados no Tesouro Direto, você poderá efetuar a venda / resgate de todo o seu dinheiro num único mês.

 

Preços e taxas (remuneração) dos títulos públicos disponíveis em 26/11/15


 

No momento da elaboração deste artigo, o Tesouro Direto disponibilizava as seguintes opções:

 

títulos públicos_Tesouro Direto_nov2015A quantidade mínima de compra é a fração de 0,01 título, ou seja, 1% do valor de um título, desde que respeitado o valor mínimo de R$ 30,00.

 

O investidor pode comprar 0,01 título; 0,02 título; 0,03 título e assim por diante.

 

Curiosidades e números do Tesouro Direto


 

O Tesouro Direto ultrapassou a marca de 230.000 investidores cadastrados em 2015, representando um aumento em torno de 80% em relação ao ano de 2014.

 

A soma das aplicações neste tipo de investimento atingiu cerca de R$ 25 bilhões no final de 2015 e o título público com maior preferência dos investidores continua sendo o “Tesouro IPCA+”.

 

Títulos públicos_Tesouro Direto_Estoque

 

Pela análise dos dados é possível observar o aumento da compra do “Tesouro Selic”, o que sugere a migração de recursos da poupança para este tipo de investimento.

 

O Tesouro Direto disponibiliza também a distribuição dos investidores por faixa etária.

 

Títulos públicos_Tesouro Direto_Faixa_Etária

 

Em 2014, mais de 50% dos investidores possuíam menos de 36 anos. Entretanto, nota-se que a partir de 2015 houve um incremento considerável dos investidores nas faixas etárias mais avançadas.

 

Liquidez


 

Apesar dos prazos para resgate serem relativamente longos (atualmente o menor prazo é em torno de 2 anos e o maior de 35 anos!), o Tesouro Direto garante a recompra diária dos seus títulos públicos, ou seja, o investidor possui liquidez diária e poderá vender antecipadamente os títulos adquiridos.

 

Essa opção de venda dos títulos pelos investidores será aberta todos os dias úteis, a partir das 18h, e encerrada às 5h do dia seguinte.

 

Nos fins de semana e feriados, essa funcionalidade será oferecida o dia inteiro.

 

Em relação às compras dos títulos públicos, os investidores podem efetuá-las todos os dias, entre às 9 horas de um dia às 5 horas do dia seguinte.

 

Nos fins de semana, é possível comprar entre às 9 horas de sexta-feira às 5 horas de segunda-feira, ininterruptamente.

 

Em todos os casos, as transações serão executadas sob os últimos preços de fechamento de mercado disponíveis.

 

Novamente ressaltamos que nos casos de venda antes do prazo de vencimento dos títulos pré-fixados e IPCA+, o investidor pode receber um valor menor ou maior do que fora investido, dependendo da oscilação do papel.

 

A única exceção é o Tesouro Selic, que sempre apresenta rentabilidade positiva.

Sendo assim, mantemos nossa recomendação para que o investidor se programe para comprar títulos nos quais ele tenha maior certeza de que conseguirá levar o investimento até o prazo de resgate definido.

 

Para entender de forma mais aprofundada as motivações para as oscilações nos preços dos títulos, recomendamos que assista ao vídeo abaixo:

 

TESOURO DIRETO APRESENTA: Entenda o Mercado de Títulos Públicos

 

Como investir


 

Não é possível efetuar diretamente a compra dos títulos públicos junto ao Tesouro Direto.

 

Para realizar este investimento você precisa obrigatoriamente abrir conta em uma instituição financeira habilitada (agente de custódia) para intermediar suas transações com o Tesouro.

 

Essa instituição financeira pode ser um banco ou uma corretora independente e o site do Tesouro Direto disponibiliza a relação das instituições habilitadas a operar com títulos públicos.

 

Atualmente estamos monitorando as três principais corretoras do mercado (Easynvest, XP Investimentos e Rico), mas a escolha é sempre algo muito pessoal e varia de acordo com o perfil de cada investidor.

 

Os títulos públicos são registrados sob a titularidade do comprador, no ambiente seguro da BM&FBOVESPA, podendo ser consultado a qualquer tempo por meio do seu extrato no site do Tesouro Direto.

 

Isto reforça a segurança do Programa, pois permite ao investidor mudar de instituição financeira, na eventualidade de problemas com o seu agente de custódia original, sem colocar em risco a sua aplicação.

 

Cabe ressaltar que os títulos públicos são negociados apenas escrituralmente, isto é, não existe um documento físico que represente o título.

 

Mais uma vez iremos recorrer ao vídeo oficial do Tesouro Direto contendo todos os passos para você iniciar seus investimentos em títulos públicos:

 

TESOURO DIRETO APRESENTA: Como investir no Tesouro Direto?

 

Tributação e Taxas


 

Assim como os investimentos em LC e CDB, o Tesouro Direto sofre a incidência de dois impostos, a saber:

Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nos títulos públicos

 

É cobrado somente quando o resgate acontece com menos de 30 dias do início da aplicação.

 

A alíquota é regressiva com o tempo e o imposto incide somente sobre o valor do lucro auferido com a aplicação.

 

títulos públicos_Tesouro Direto_Tributação_Imposto_IOFSe o investidor mantiver a aplicação por mais de 30 dias, não pagará nada deste imposto.

 

Imposto de Renda (IR)

 

Assim como IOF a alíquota também é regressiva com o tempo e incide somente sobre o valor do lucro do investimento.

 

A diferença em relação ao IOF é que este imposto sempre será cobrado e não existe um limite para que o investidor seja isento (no caso do IOF, basta manter o investimento por mais de 30 dias e o imposto não será descontado).

 

A alíquota mais alta é de 22,5% (para aplicações de até 180 dias) e a mais baixa é de 15% (para aplicações acima de 720 dias), conforme pode ser observado na tabela a seguir:

 

Títulos públicos_Tesouro Direto_Tributação_Imposto_IR_Os valores referentes aos impostos (IOF e IR) são recolhidos pela instituição financeira no momento do resgate da aplicação. Em outras palavras, a importância que o banco lhe paga já vem com os descontos dos impostos.

 

Ou seja, você não precisa se preocupar em fazer cálculos para saber o quanto deve de imposto e nem imprimir guias para efetuar o pagamento, pois o desconto é feito automaticamente pela instituição financeira.

 

É importante destacar que os impostos são cobrados somente sobre os rendimentos da aplicação, ou seja, se você aplicou R$ 10.000 e resgatou R$11.000, os impostos incidirão somente sobre os R$ 1.000 que você obteve de lucro.

 

Além desta tributação, os investimentos no Tesouro Direto sofrem a incidência de duas outras taxas, que não são cobradas nas demais aplicações em Renda Fixa:

 

Taxa cobrada pela BM&Bovespa

 

Taxa de custódia de 0,3% ao ano (a.a.), que incide sobre o valor dos títulos e se refere aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos.

 

Taxa cobrada pela instituição financeira (agente de custódia)

 

É livremente pactuada entre a instituição e o investidor, podendo variar de 0,0% a 2,0% do valor total investido.

 

Acesse aqui a lista fornecida pelo Tesouro Direto contendo todas as instituições habilitadas para operar com títulos públicos e as respectivas taxas cobradas.

 

Riscos


 

Apesar de não possuírem a garantia do FGC, os títulos públicos são considerados os ativos mais seguros do mercado, pois são garantidos pelo Tesouro Nacional.

 

Teoricamente, o país só deixaria de honrar seus compromissos se realmente “quebrasse”.

 

Neste caso, provavelmente toda a economia do país estaria arruinada e os bancos e o próprio FGC, que investe parte do seu dinheiro em títulos públicos, também não seriam capazes de honrar seus compromissos.

 

Ou seja, se o país “quebrar” e você tomar um calote do Governo Federal, muito provavelmente o FGC também não terá condições de honrar os seus compromissos e, neste caso, não haverá investimento seguro no país. Nem a tradicional Caderneta de Poupança!

 

Resumo


 

Aprendemos neste artigo o funcionamento dos investimentos em títulos públicos e as diversas peculiaridades desta aplicação.

 

Para facilitar a fixação dos conceitos apresentados, preparamos o seguinte resumo:

 
  • O Tesouro Direto negocia títulos públicos federais, por meio da internet, para pessoas físicas.
  • Ao comprar um título público você está emprestando dinheiro ao Governo Federal e, em troca, receberá juros.
  • Em virtude da aplicação mínima ser de apenas R$ 30, este investimento é tido como o mais democrático do mercado.
  • Você possui a opção pela compra de títulos pré-fixados e pós-fixados (Selic e IPCA+).
  • O Tesouro Direto garante a recompra diária dos seus títulos públicos, ou seja, o investidor possui liquidez diária e poderá vender antecipadamente os títulos adquiridos.
  • Caso o investidor necessite resgatar o título antes do prazo de vencimento, ele pode receber um valor menor ou maior do que fora investido, dependo da oscilação do papel. A única exceção é o Tesouro Selic, que sempre apresenta rentabilidade positiva.
  • Para realizar este investimento, você precisa obrigatoriamente abrir conta em uma instituição financeira habilitada (agente de custódia) para intermediar suas transações com o Tesouro.
  • Existe a incidência de dois impostos (IOF e IR) e duas taxas (BM&Bovespa e instituição financeira) sobre os investimentos em títulos públicos.
  • Apesar de não possuírem a garantia do FGC, os títulos públicos são considerados os ativos mais seguros do mercado.
 

Após a leitura deste artigo, que tal deixar um comentário com críticas, elogios ou sugestões? A sua opinião é muito importante para a continuidade e aprimoramento de nosso site.

 

Caso tenha gostado do conteúdo apresentado, você também pode compartilhar nas redes sociais e ajudar outras pessoas a entender melhor o funcionamento dos investimentos no Tesouro Direto.

 

Para compartilhar, basta clicar nos ícones das redes sociais localizados no início ou final deste artigo.

 

Para receber nossas atualizações gratuitamente com dicas de investimentos que poderão mudar completamente sua vida financeira, basta cadastrar seu e-mail logo abaixo. Lembrando que é 100% gratuito. Você só tem a ganhar!




Veja Também:

Como investir? Banco ou corretora de valores independente? Entenda como investir e as vantagens das corretoras independentes (Easynvest, XP Investimentos e Rico) em comparação aos tradicionais bancos.
Os 10+ de fevereiro de 2017 Apresentação dos 10 melhores investimentos para fevereiro de 2017. Saiba onde encontrar e fazer estas aplicações de forma segura e inteligente.
Rating Brasil: conceito, histórico e comparação a outros países Aprenda o conceito de Rating Brasil, conheça o histórico brasileiro nos últimos anos (S&P, Fitch e Moody's) e veja a comparação com diversos outros países.