Tesouro Direto

O Tesouro Direto é um programa do Tesouro Nacional, que negocia títulos públicos federais, por meio da internet, para pessoas físicas.

 

O objetivo principal deste programa é captar recursos para financiar atividades do Governo Federal em áreas como saúde, educação e infraestrutura.

 

Dessa forma, ao comprar um título público, você estará emprestando dinheiro ao Governo. Em contrapartida, você receberá, no prazo estipulado, o que você emprestou mais os juros do período.

 

Aplicação  mínima


 

R$ 30,00 (trinta reais).

 

Aplicação máxima


 

O limite mensal é de R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais).

 

Ressalta-se que não há limite para vendas. Sendo assim, caso você tenha R$ 2.000.000,00 (dois milhões de reais) aplicados no Tesouro Direto, você poderá efetuar a venda / resgate de todo o seu dinheiro num único mês.

 

Rentabilidade


 

O Tesouro Direto oferece títulos pré-fixados e pós-fixados:

 
  • Pré-fixados: você sabe exatamente a rentabilidade que irá receber se mantiver o título até a data de vencimento.
  • Pós-fixados: a rentabilidade é determinada de acordo com o desempenho de um indexador e só é conhecida efetivamente no momento do resgate da aplicação (final do investimento).
 

Os indexadores utilizados pelo Tesouro Direto são a inflação (IPCA) e a taxa básica de juros (Selic).

 

Títulos disponíveis


 

Atualmente, existem cinco opções de títulos no Tesouro Direto:

 
  • Tesouro pré-fixado
  • Tesouro pré-fixado com juros semestrais
  • Tesouro IPCA+
  • Tesouro IPCA+ com juros semestrais
  • Tesouro Selic
 

Para consultar todas as características destes títulos, recomendamos a leitura de nosso artigo específico sobre o tema – Tesouro Direto: o investimento mais democrático do mercado.

 

Prazo para resgate


 

Apesar dos prazos para resgate serem relativamente longos (atualmente o menor prazo é em torno de 2 anos e o maior de 35 anos!), o Tesouro Direto garante a recompra diária dos seus títulos públicos, ou seja, o investidor possui liquidez diária e poderá vender antecipadamente os títulos adquiridos.

 

Ressaltamos que nos casos de venda antes do prazo de vencimento dos títulos pré-fixados e IPCA+, o investidor pode receber um valor menor ou maior do que fora investido, dependendo da oscilação do papel.

 

A única exceção é o Tesouro Selic, que sempre apresenta rentabilidade positiva.

 

Sendo assim, nossa recomendação é para que o investidor se programe para comprar títulos nos quais ele tenha maior certeza de que conseguirá levar o investimento até o prazo de resgate definido.

 

Tributação


 

Assim como os investimentos em LC e CDB, o Tesouro Direto sofre a incidência de dois impostos, a saber:

 

Imposto sobre Operações Financeiras (IOF)

 

É cobrado somente quando o resgate acontece com menos de 30 dias do início da aplicação.

 

A alíquota é regressiva com o tempo e o imposto incide somente sobre o valor do lucro auferido com a aplicação.

 

tesouro direto imposto iof

 

Se o investidor mantiver a aplicação por mais de 30 dias, não pagará nada deste imposto.

 

Imposto de Renda (IR)

 

Assim como IOF a alíquota também é regressiva com o tempo e incide somente sobre o valor do lucro do investimento.

 

A diferença em relação ao IOF é que este imposto sempre será cobrado e não existe um limite para que o investidor seja isento (no caso do IOF, basta manter o investimento por mais de 30 dias e o imposto não será descontado).

 

A alíquota mais alta é de 22,5% (para aplicações de até 180 dias) e a mais baixa é de 15% (para aplicações acima de 720 dias), conforme pode ser observado na tabela a seguir:

 

Tesouro_Direto_CDB_LC_Tributação_Imposto_IR

 

Os valores referentes aos impostos (IOF e IR) são recolhidos pela instituição financeira no momento do resgate da aplicação. Em outras palavras, a importância que o banco lhe paga já vem com os descontos dos impostos.

 

Ou seja, você não precisa se preocupar em fazer cálculos para saber o quanto deve de imposto e nem imprimir guias para efetuar o pagamento, pois o desconto é feito automaticamente pela instituição financeira.

 

É importante destacar que os impostos são cobrados somente sobre os rendimentos da aplicação, ou seja, se você aplicou R$ 10.000 e resgatou R$11.000, os impostos incidirão somente sobre os R$ 1.000 que você obteve de lucro.

 

Além desta tributação, os investimentos no Tesouro Direto sofrem a incidência de duas outras taxas, que não são cobradas nas demais aplicações em Renda Fixa:

 

Taxa cobrada pela BM&Bovespa

 

Taxa de custódia de 0,3% ao ano (a.a.), que incide sobre o valor dos títulos e se refere aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos.

 

Taxa cobrada pela instituição financeira (agente de custódia)

 

É livremente pactuada entre a instituição e o investidor, podendo variar de 0,0% a 2,0% do valor total investido.

 

Acesse aqui a lista fornecida pelo Tesouro Direto contendo todas as instituições habilitadas para operar com títulos públicos e as respectivas taxas cobradas.

 

Riscos do Tesouro Direto


 

Apesar de não possuírem a garantia do FGC, os títulos públicos são considerados os ativos mais seguros do mercado, pois são garantidos pelo Tesouro Nacional.

 

Teoricamente, o país só deixaria de honrar seus compromissos se realmente “quebrasse”.

 

Neste caso, provavelmente toda a economia do país estaria arruinada e os bancos e o próprio FGC, que investe parte do seu dinheiro em títulos públicos, também não seriam capazes de honrar seus compromissos.

 

Como investir


 

Não é possível efetuar diretamente a compra dos títulos públicos junto ao Tesouro Direto.

 

Para realizar este investimento você precisa obrigatoriamente abrir conta em uma instituição financeira habilitada (agente de custódia) para intermediar suas transações com o Tesouro.

 

Essa instituição financeira pode ser um banco ou uma corretora independente e o site do Tesouro Direto disponibiliza a relação das instituições habilitadas a operar com títulos públicos.

 

Acesse nosso artigo específico sobre os investimento em títulos públicos e veja o vídeo oficial do Tesouro Direto contendo todos os passos para você iniciar seus investimentos em títulos públicos.

 

Resumo


 

Para facilitar a fixação dos conceitos apresentados, preparamos o seguinte resumo:

 
  • O Tesouro Direto negocia títulos públicos federais, por meio da internet, para pessoas físicas.
  • Ao comprar um título público você está emprestando dinheiro ao Governo Federal e, em troca, receberá juros.
  • Você possui a opção pela compra de títulos pré-fixados e pós-fixados (Selic e IPCA+).
  • Para realizar este investimento, você precisa obrigatoriamente abrir conta em uma instituição financeira habilitada (agente de custódia) para intermediar suas transações com o Tesouro.
 

Podemos destacar as principais vantagens do investimento em títulos públicos como:

 
  • Aplicação mínima de apenas R$ 30 (trinta reais!)
  • Liquidez diária, ou seja, a aplicação não fica “presa” e você pode resgatar quando desejar.
  • São considerados os investimentos mais seguros do mercado, apesar de não possuírem a cobertura do FGC.
 

As principais desvantagens dos títulos públicos são:

 
  • Incidência de dois impostos (IOF e IR) e duas taxas (BM&Bovespa e instituição financeira) sobre os investimentos em títulos públicos.
 
  • Apesar de possuir liquidez diária, alguns títulos (pré-fixado e IPCA+) podem apresentar rentabilidade negativa se forem resgatados antes do prazo acordado no momento da compra.
 

Para se aprofundar no investimento em títulos públicos, recomendamos a leitura e visualização dos vídeos de nosso artigo específico sobre o tema – Tesouro Direto: o investimento mais democrático do mercado.

35 Comentários


    1. Antônio, nós apenas apresentamos as informações para que os leitores do blog fiquem atualizados e melhorem seus conhecimentos em educação financeira. Para investir no Tesouro Direto, você pode procurar o gerente do seu banco ou abrir conta em uma corretora independente e fazer todas as operações via internet.

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  1. Boa tarde, Meu banco é Santander, acabei de fazer uma caderneta de investimento no Santander, onde 30 mil foram Pra LCI, percentual de 73% com resgate período de 180 dias, e 10 mil foram pra Cdb progressivo, começando com 78% primeiro seis meses no período de 2 anos chega a 86% e 3 anos chega a 95% fiz um bom negócio ?lembrando que esse dinheiro estava parado na poupança .
    Ou me aconselharia outros investimentos ?

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    1. José Luiz, com certeza esses investimentos são melhores do que a Poupança no momento, mas tem opções muito mais atrativas.

      Se você pretende continuar investindo pelo Santander, procure saber como fazer para aplicar no Tesouro Selic.

      Se quiser rentabilidades mais elevadas em grandes bancos, consulte as taxas da Caixa Econômica. Temos um artigo aqui no blog falando sobre os investimentos neste banco.

      Se pretende obter rendimentos ainda melhores, pode investir através de uma corretora independente.

      Esperamos ter ajudado de alguma forma. Obrigado pela participação aqui no blog!

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  2. Vendi um imóvel que possuía para renda (locação) e estou pensando no Tesouro Selic, qual sua sugestão de melhor rentabilidade para 500k, com baixo risco? tenho conta na Caixa, Itau e Santander. Obrigado e parabéns pelo blog.

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    1. Ricardo, a princípio o melhor investimento seria o Tesouro SELIC. Mas, como você tem uma quantia considerável, te aconselho a negociar com o seu gerente da Caixa uma boa taxa para LCI. Se ele oferecer algo igual ou superior a 85% do CDI, fica mais vantajoso investir na LCI do que no Tesouro SELIC.

      Estou falando sobre a Caixa porque dos grandes bancos ela geralmente oferece as melhores rentabilidades.

      Se quiser maximizar ainda mais os lucros, pode diversificar e investir parte do dinheiro em bancos de menor porte.

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  3. Bom dia,

    Com a queda da selic esse ano para 12,25%, e com a perspectiva de queda daqui para frente (me corrija se estiver errado), ainda assim o tesouro selic continua sendo uma boa aplicação?

    Isso considerando a hipótese de utilizar o tesouro selic como uma poupança onde faria aplicações mensais.

    Mais uma vez parabens pelo Blog, tem me ajudado bastante.

    Josiel.

    Responder

    1. Josiel, mesmo com a queda da Taxa Selic o Tesouro Direto ainda é uma alternativa interessante. Temos um capítulo em nosso livro que trata justamente sobre isso e demonstra até que ponto o Tesouro SELIC é melhor do que a poupança, por exemplo. Amanhã o livro estará chegando ao seu e-mail. Hoje o dia foi corrido e só estou parando agora para responder aos comentários dos últimos dias, ok? Um abraço!

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  4. Meninos, parabéns pelo Blog, vocês são dois excelentes facilitadores!
    A forma responsável e educada como respondem a cada pergunta traz um reforço imenso para quem está buscando se inteirar sobre investimentos além da poupança e sem gerentes tentando bater metas. Estou iniciando através de uma corretora em CDB (visando o médio/longo prazo) e Tesouro SELIC (visando acumular para reinvestir com prazo maior). e alguns detalhamentos vistos aqui têm sido determinantes, a começar pelo Os 10 + , que tem ajudado a me avaliar e também decidir com menos receio. Obrigada!

    Responder

    1. Madalena, é a primeira vez que nos chamam de facilitadores. Gostamos muito deste termo! Agradecemos todo o seu carinho. O blog nasceu como um hobby e está crescendo cada dia mais. Ficamos felizes em saber que conseguimos ajudar diversas pessoas. Volte sempre e pode contar conosco!

      Responder

  5. Madalena, é a primeira vez que nos chamam de facilitadores. Gostamos muito deste termo! Agradecemos todo o seu carinho. O blog nasceu como um hobby e está crescendo cada dia mais. Ficamos felizes em saber que conseguimos ajudar diversas pessoas. Volte sempre e pode contar conosco!

    Responder

  6. Bom dia amigos! Primeiramente parabéns pelo conteúdo produzido.
    Me tirem uma dúvida, para investimento de baixo valor por mês no Tesouro Direto, comparado com a Poupança, o TD ao ter o desconto do IOF/IR não terá o mesmo lucro (ou até mesmo inferior) comparado com a poupança ao ter o desconto dessas taxas?
    Afinal quanto tirando a taxa do IR, o 0,3% terá mais algum desconto no final?

    Abs!

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    1. Francisco, com as constantes queda na Taxa Selic, a tendência é de que o rendimento da Poupança fique bem próximo ao rendimento do Tesouro Selic se formos considerar um cenário de curto prazo (menor do que 6 meses) e aplicação da alíquota máxima do IR. Entretanto, é importante ter em mente que com a redução da Selic, a TR que remunera a Poupança também tende a cair e portanto a rentabilidade da caderneta tende a ficar próxima de 6,5% a.a., ou seja, é preciso sentar e fazer algumas contas para decidir entre deixar o dinheiro na Poupança ou no Tesouro Selic. Lembrando que se a Selic cair abaixo de 8,5%, muda a fórmula para o cálculo da rentabilidade da Poupança e neste cenário o Tesouro Selic sempre irá ganhar com folga da Poupança.

      As “taxas” que podem incidir sobre o Tesouro Direto são:

      – Imposto de Renda: regressivo com o tempo.
      – IOF: apenas para saques em menos de 30 dias.
      – Taxa da Bovespa: 0,30% a.a.
      – Taxa do agente de custódio (corretora): variável de acordo com a sua corretora. Pode ser 0 (Easynvest e XP) ou 0,5% a.a. (grandes bancos).

      Conseguimos sanar a tua dúvida?

      Responder

  7. Oi, gostaria de fazer um investimento, mas sou extremamente leiga no assunto. Poderiam me auxiliar?

    Responder

  8. Olá, obrigada pela explicação. No momento gostaria de fazer dois tipos de aplicações, mas estou insegura, pois nunca fiz. qual seria propicia neste momento? Pensei na CDB, mas depois que li está postagem seria ideal tesouro direto. Qual tipo aconselharia? grata erica

    Responder

    1. Olá, Erica!
      Não existe melhor investimento. O que existe é investimento adequado ao seu perfil. No primeiro momento, o ideal é montar uma reserva de emergência. Para isto, usamos o Tesouro Selic ou algum CDB com liquidez diária. Caso vc ja tenha reserva de emergência, o ideal é combinar o prazo de resgate dos seus investimentos com seus objetivos.
      Para auxiliar, temos a seção os 10+ da Renda Fixa (http://bonsinvestimentos.com.br/melhores-investimentos-agosto-2017/). Caso queira ter acesso as nossas estratégias de investimento, sugiro a leitura do nosso livro: http://www.bonsinvestimentos.com.br/livro/
      Um abraço e bons investimentos!

      Responder

  9. Boa noite facilitadores!
    Gostaria de uma ajuda em relação a essa cotação, seria válida, ou tem opção melhor?
    Produto: CDB-DI
    Prazo da aplicação: 730 dias
    Valor da aplicação: R$ 1.500,00
    Data da aplicação: 29/08/2017
    Data de vencimento: 29/08/2019
    Percentual CDI: 79,000 %

    Responder

    1. Varlei,

      Tudo bem?

      Um CDB pagando 79% do CDI é um dos piores investimentos que podem te oferecer. Só para que você tenha noção de ordem de grandeza, um CDB para ser considerado razoável deve pagar no mínimo 100% do CDI. Se pagar abaixo disso, é preferível investir no Tesouro Selic (desde que você escolha uma corretora que não cobre taxa para tal).

      Se formos considerar o atual CDI em 9,13% a.a., teríamos no CDB de 79% do CDI as seguintes rentabilidades:

      Rentabilidade bruta: 7,2% a.a.
      Imposto de Renda para 730 dias: 15%
      Rentabilidade líquida (incluindo o desconto do IR): 6,1% a.a.

      Atualmente este investimento é pior do que a Poupança, pois esta rende em torno de 7,0% a.a. no momento.

      Fuja dessa cilada, ok?

      Para você saber o que consideramos bons investimentos, te aconselho a acompanhar nossa seção “Os 10+” ou ler o nosso livro “Investimentos Seguros e Rentáveis“.

      Responder

      1. Nossa!
        Vocês são demais, sempre dispostos e diretos em suas análises, estou tentando iniciar nesse mercado de investimentos, certamente comprarei seu livro para obter maior entendimento.
        Agradeço a resposta e divulgarei a página á quem for de interesse.

        Responder

        1. Varlei, não sabemos tudo sobre o assunto, mas o pouco que sabemos tentamos traduzir para uma linguagem de fácil entendimento a todos. A ideia aqui é descomplicar o tema e motivar as pessoas a investirem com cautela e tendo noção do que estão fazendo. Ficamos felizes em te ajudar. Precisando de apoio, volte sempre aqui. O espaço é aberto a todos os nossos leitores. As vezes demoramos um pouco a responder, mas sempre respondemos!

          Responder

  10. Olá…. estive lendo que a taxa Selic sofrerá uma queda considerável em Dezembros deste ano (inferior a 7%), com isto ainda continua sendo vantagem investir no Tesouro Selic? Com a queda da taxa Selic a poupança também caí?

    Responder

    1. Andrea, com a queda da Taxa Selic para valores abaixo de 8,50% a.a., a rentabilidade dos novos depósitos da Poupança (feitos a partir de mai/12) muda e passa a ser “70% da Selic + TR”. Como a TR está em 0, a fórmula é simplificada para 70% da Selic. Logo, o Tesouro Selic ainda será mais rentável do que a Poupança neste novo cenário.

      Responder

  11. Bom dia amigo,

    Vc concerteza já deve ter percebido que as taxas dos títulos estão dando uma melhorada em relação as particadas alguns meses atrás.

    Percebi essa diferença logo após o 11 de novembro (start up da reforma trabalhista).

    Como vc acha que o mercado (tesouro) se comportará daqui para frente?

    Responder

    1. Olá, Josiel.
      Suas ponderações são sempre enriquecedoras para o nosso blog.
      É muito difícil prever como o mercado se comportará em 2018, principalmente por ser um ano eleitoral.
      Estes anos são sempre marcados por muita volatilidade.
      Com relação à melhora das taxas do tesouro, isso se deve ao pessimismo do mercado quanto a capacidade do governo Federal equilibrar suas contas.
      A reforma da previdência foi desfigurada e, mesmo assim, ainda corre risco de não ser aprovada. Como grande parte do déficit, supostamente, é causado pela previdência, isso gera uma grande preocupação no mercado. Como o mercado busca se antecipar, pudemos observar um aumento das taxas dos juros futuros. Este aumento impacta as taxas oferecidas pelo Tesouro, que voltaram a subir.

      Grande abraço

      Responder

  12. Estava pesquisando no Google sobre Tesouro Direto, quando encontrei um questionamento sobre “como ficam os títulos em caso de falecimento do investidor”.

    A resposta apresentada foi: os títulos são imediatamente bloqueados pela corretora, ficando no aguardo dos procedimentos de inventário.

    No meu caso tenho esposa é um funcionário filho, e quer dizer que nessa situação, pra rever o dinheiro seus familiares terão que arcar com custos de um inventário, que até onde tive informações, são 4% sobre o valor do bem e mais os custos de advogado.

    Ou seja, mais uma vez o governo e até advogado vai morder mais um pedaço de suas economias?

    E se ao invés do tesouro direto, esse dinheiro estivesse aplicado em um banco, será que poderia ser diferente?

    Se sua esposa é cotitular da conta e detentora da senha de acesso, ela não poderia ter acesso ao valor sem ter que depender de ninguém e mais importante, sem ter que abrir mão de parte de um dinheiro que é seu e que já pagou todos os impostos imagináveis?

    Pois quem vai notificar o banco para que aquela sua conta seja travada?

    Alguém teria alguma informação a acrescentar sobre isso?

    Link aonde encontrei o questionamento:
    http://www.infomoney.com.br/onde-investir/infomoney-responde/noticia/3676290/caso-falecimento-como-feita-transferencia-titulos-tesouro-direto

    Responder

  13. Queria começar com o título selim, nunca fiz nem um investimento só tenho poupança e pic, mais queria mudar mesmo ganhar com meus investimentos como fazer me ajude, .

    Responder

    1. Olá, Vania.

      Neste primeiro momento, te aconselhamos a investir em conhecimento. Procure ler o máximo de artigos possíveis sobre Renda Fixa: LCI, LCA, CDB e Tesouro Direto. Em nosso blog, temos diversos artigos sobre estes temas. Caso tenha interesse, temos também um livro excelente para iniciantes. Este livro compila todo o nosso pensamento sobre investir em Renda Fixa e como colocar isso em prática com segurança. Segue o link: http://www.bonsinvestimentos.com.br/livro/

      Um abraço e bons investimentos.

      Responder

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